A seguir, você confere o passo-a-passo do plano de trabalho sugerido hoje pelo relator Romero Jucá (PMDB-RR), na  CPI da Petrobras. 11/08 – Jucá...

A seguir, você confere o passo-a-passo do plano de trabalho sugerido hoje pelo relator Romero Jucá (PMDB-RR), na  CPI da Petrobras.

11/08 – Jucá quer investigar as denúncias sobre manobras contábeis feitas pela Petrobras e que resultaram num prejuízo de mais de R$ 4 bilhões aos cofres públicos. Para isso, propôs que o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, fosse convidado para prestar esclarecimentos. Jucá rejeitou o pedido dos senadores Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM-BA) e Alvaro Dias (PSDB-PR) de convocação da ex-secretária do órgão, Lina Maria Vieira. Foi ela quem aplicou multa milionária à estatal por irregularidades constatadas.

18/08 – CPI vai investigar fraudes nos pagamentos de royalties e no pagamento de indenizações a usineiros da ANP. Entre os convidados a depor está o presidente do órgão, Haroldo Lima.

25/08 – Membros da CPI da Petrobras vão discutir as acusações de superfaturamento na construção da Refinaria Abreu e Lima. Em audiência pública, vão ser convidados a falar o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e os demais diretores da estatal.

01/09 – CPI apura irregularidades na concessão de patrocínios da estatal. Neste dia, deve acontecer uma audiência pública com o diretor de comunicação institucional, Wilson Santarosa, e com o ministro da cultura, Juca Ferreira. Para este encontro, esperava-se a apuração de desvio de dinheiro da Petrobras pela Fundação Sarney. No entanto, o governo evita esta tentativa e o próprio relator nega a possibilidade de investigações, já que acredita que o assunto diz respeito ao Ministério da Cultura e não aos membros da CPI.

08/09 – A comissão pretende apurar supostas irregularidades na construção de plataformas da Petrobras. Neste dia, o convidado a  prestar esclarecimentos é o diretor de exploração da estatal, Guilherme Estrela. Também devem ser ouvidos o ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, e delegados da Polícia Federal que trabalharam durante a “Operação Águas Profundas”.

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