O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), lê, neste momento, a representação feita pelo partido contra o senador tucano Arthur Virgílio (PSDB-AM)...

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), lê, neste momento, a representação feita pelo partido contra o senador tucano Arthur Virgílio (PSDB-AM) no Conselho de Ética.

Em plenário, o parlamentar alega quebra de decoro parlamentar por parte do senador amazonense. O PMDB quer a investigação no colegiado por “tráfico de influência e orgia com dinheiro público”.

Segundo Renan, o partido cobra explicações de Virgílio no uso de dinheiro público para o tratamento de saúde da mãe, que sofria de Mal de Alzheimer, no pagamento por parte do Senado de um funcionário licenciado durante 18 meses, na aquisição de empréstimo feito pelo ex-diretor geral da Casa, Agaciel Maia, entre outros.

Ainda em discurso, Renan afirmou que “a minoria no Senado é a única no mundo com complexo de superioridade”. A fala é uma referência à guerra travada por partidos que pedem o afastamento ou a renúncia do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). E afirmou que a medida tomada serve como uma represália. “A partidarização da crise apenas tumultua e nada contribui para solucioná-la”.

Um pouco mais cedo, Arthur Virgílio disse que vai responder por todos os questionamentos colocados na representação peemedebista. Ele também colocou ao presidente Sarney que “se prevalecer seu ponto de vista, não faço a mínima questão de continuar nesta Casa”. Para o parlamentar, a reclamação é como um prêmio. “Aceito como uma medalha e a enfrentarei com as armas da minha convicção, com as armas da minha vida, com as armas do meu mandato”, concluiu.

 

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