Alguém aí tem um Lexotan pra dar pro Collor? O homem deve ter tido um fim-de-semana daqueles de difícil deglutição e digestão. Pela segunda...

Alguém aí tem um Lexotan pra dar pro Collor? O homem deve ter tido um fim-de-semana daqueles de difícil deglutição e digestão. Pela segunda vez consegutiva parou o plenário pra falar um amontoado de coisas desconexas. Veja só:

Sobre a mídia (ele é dono de um conglomerado de comunicação social, portanto ele é a própria “mídia”):

– “Boa parte da mídia deste país “estão”(sic) querendo fazer engolir essas empulhações contra o presidente José Sarney (…) A mídia não irá conseguir consagrar o seu intento. A mídia não fará com que a Casa se agache diante dela”.

Sobre a pressão da opinião pública (Sérgio Moraes está fazendo escola aqui no Congresso):

-“A multidão e a sua vontade quase nunca têm razão. Jesus Cristo foi levado à cruz porque a turba optou por Barrabás. Esse é o comportamento da massa. Esse é o comportamento da turba quando não infomrada convenientemente.”

– Sobre digestão e deglutição (ele mandou Pedro Simon engolir e digerir da maneira como achasse mais conveniente outro dia; hoje falou em “obrar na cabeça” de um jornalista).

– “Aqueles que têm alguma coisa contra a palavra engolir têm que fazer uma regressão porque não conseguiram ultrapassar a fase oral”.

Antes de dizer essas pérolas, Collor passou o tempo todo fazendo careta para o senador Pedro Simon, seu alvo predileto, enquanto Simon discursava da tribuna. O senador gaúcho já disse que tem medo do olhar de Collor. Hoje Collor caprichou nos trejeitos.

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