Pouco mais de três mil trabalhadores rurais ligados ao Movimento dos Sem Terra (MST) ocupam desde o início da  manhã o saguão do Ministério...

Pouco mais de três mil trabalhadores rurais ligados ao Movimento dos Sem Terra (MST) ocupam desde o início da  manhã o saguão do Ministério da Fazenda. A entidade pressionar pela liberação de R$ 800 milhões do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), contingenciados no orçamento federal. O MST exige ainda a aplicação desses recursos na desapropriação e obtenção de terras, além de investimentos no passivo dos assentamentos.

Os trabalhadores garantem que só deixam o saguão da Fazenda quando tiverem uma reunião interministerial,  que contaria ainda com as pastas do Planejamento e da Casa Civil. “Falta apenas uma resposta da Casa Civil para que possamos sentar na mesa de negociação”, adianta a assessora do MST, Mayrá Lima.

Além dos protestos em Brasília, a jornada nacional pela reforma agrária tem ainda mais onze manifestações no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará, Alagoas, Pernambuco, Pará e Paraná.

De acordo com a agenda publicada pelo MST, parte significativa das famílias acampadas está na beira de estradas desde 2003. O ato também exige o assentamento das 90 mil famílias acampadas pelo país e o investimento em habitação, infra-estrutura e produção de 45 mil famílias que estão assentadas apenas no papel.

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