O PMDB recorrreu hoje do arquivamento da representação que a legenda apresentou ao Conselho de Ética contra o líder tucano Arthur Virgílio (AM). No...

O PMDB recorrreu hoje do arquivamento da representação que a legenda apresentou ao Conselho de Ética contra o líder tucano Arthur Virgílio (AM).

No recurso, assinado pelos senadores Almeida Lima (PMDB-PE), Wellington Salgado (PMDB-MG), Gilvam Borges (PMDB-AP), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Gim Argello (PTB-DF), os senadores consideraram que “todas as imputações são muito graves” e foram confessadas pelo parlamentar.

Virgílio é acusado de manter um funcionário fantasma em seu gabinete por 18 meses, além de usar dinheiro público no tratamento de saúde da mãe e pegar empréstimo para quitar uma dívida de viagem com o ex-diretor geral da Casa, Agaciel Maia.

O parlamentar já anunciou que quitou todas as dívidas, avaliadas em R$ 210 mil.

A representação foi arquivada ontem pelo presidente do colegiado, senador Paulo Duque (PMDB-RJ). Para engavetar o pedido do PMDB, Duque se baseou numa decisão do Supremo Tribunal Federal que indica que “o pagamento do tributo, a qualquer tempo, ainda que após o recebimento da denúncia, extingue a punibilidade do crime tributário”.

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