Nota sobre a CPI da Pirataria   A volta do caso Law Kin Chong à mídia é uma das maiores fraudes jornalísticas dos últimos...

Nota sobre a CPI da Pirataria

 

A volta do caso Law Kin Chong à mídia é uma das maiores fraudes jornalísticas dos últimos tempos. Na verdade, trata-se de uma pirataria jornalística.

A fita divulgada agora foi editada para servir a interesses escusos.

O material não revela tudo o que aconteceu na época. Se fosse verdade o que aparece agora, o contrabandista, com certeza, não teria sido condenado. E não teria ficado mais de quatro anos na cadeia.

A gravação, realizada pela CPI da PIRATARIA, e toda a operação que culminou com a prisão do contrabandista, teve acompanhamento, desde o início, da Justiça Federal e foi coordenada pela Polícia Federal.

Devido às provas colhidas, o procurador da República, Pedro Barbosa, proferiu denúncia contra Law e pediu sua prisão.

 O juiz Hélio Egídio, por também entender que o material gravado era contundente, deferiu o mandado de prisão, concordando com a denúncia do procurador, em sua íntegra.

Os vídeos e provas apresentadas na Justiça foram exaustivamente analisadas pelos advogados de Law, que jamais tiveram qualquer argumento plausível para rebater as acusações.  E não satisfeitos, solicitaram ainda que o material fosse periciado pelo perito Ricardo Molina, que não apontou nenhuma irregularidade.

O contrabando sofreu um duro golpe com a prisão de seu chefe maior, o contrabandista Law.

E por não ter como escapar das graves provas que o levaram à cadeia, de maneira ardilosa procura, com seus articuladores, criar factoides, valendo-se de notícias mentirosas, para prejudicar Luiz Antônio de Medeiros, que presidiu a CPI na época. 

Nota do editor: Fraude é a postura de um parlamentar que se digna a “simular” uma cena de extorsão para produzir a ilegalidade de um flagrante simulado.

Comentários

  • Cesar

    25/05/2012 #1 Author

    O que eu ouvi e vi no vídeo ( mesmo sendo editado ), não pode mais ser apagado, foi extorsão sim ou no mínimo simulação de extorsão, ambas situações são ruins.
    .
    Estou pensando: Será que têm algum deputado ou senador, extorquindo o Cachoeira nesta CPI????? Será que é correto achacar bandido, quadrilheiro, bicheiro, contrabandista, etc….???

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  • antonio fernando furtado

    25/05/2012 #2 Author

    Pannuncio parabens, agora entendi, se o oibjetivo e demonstrar a truculencia deste delegado Protogenes voce esta certo, se ele sabia de tudo, no minimo e tão [responsável] quanto ao Chines e ao Deputado, agradeço seu esclarecimento e o admiro por sua coragem, mas o delegado agora e Deputado e nada acontece a ele, e o tal espirito de corpo, veja bem como e nosso povo, que se deixa levar por tudo, o delegado com mentiras a população consegui se eleger, e nos pagamos a conta. rsrsrs

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  • antonio fernando furtado

    25/05/2012 #3 Author

    Sr. Pannunzio, acompanho seu blog diariamente, bem como de outros colegas do senhor, porem nunca vi nestes tempos anteriores o senhor dar tanto credito a um contrabandista deste porte, todos nos sabemos que politicos para se destacarem na midia fazem qualquer coisa, porem, antes de me aposentar trabalhei com publicidade e conheço pouco como funciona parte da midia, porem o que causa especie para mim e sua dedicação em defender este chines contrabandista, depois de tantos anos passados do fato,não estou defendendo o senhor Medeiros, ao contrario, todos nos sabemos de seu escuro passado, porem tem coisas mais importantes que queremos saber, educação, segurança e outros, e na minha humilde opinião tem coisa errada ai, o senhor e amigo de seus advogados ? desculpe a sinceridade, sei que não publicara minha opinião, porem e o que tinha a dizer, ( lhe admiro muito ). Fernando

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    • Fábio Pannunzio

      25/05/2012 #4 Author

      Meu caro Antônio Fernando,
      Não estou defendendo ninguém — até porque o Law já foi julgado, condenado e cumpriu pena. O tempo todo eu digo que ele é contrabandista. Nunca falei com os advogados dele. Embora tenham mandado editar o video, não foi por eles que esse material chegou às minhas mãos. A questão está afeta aos modos truculentos adotados por um delegado de polícia no afã de obter meios — qualquer meio — que lhe possibilite chegar a seus fins.
      Os seus questionamentos são bem-vindos. Estou aqui para esclarecer minhas posições. Muito obrigado pela oportunidde de explicar.

  • maisvalia

    25/05/2012 #5 Author

    Caro Pannunzio […]

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    • Fábio Pannunzio

      25/05/2012 #6 Author

      Caro Maisvalia,
      Gostei da sua sugestão, que por motivos óbvios deixo de publicar aqui, e vou atrás da confirmação. Muito obrigado.

  • Anselmo

    25/05/2012 #7 Author

    Isso mesmo Pannunzio, o blog é seu e o que escreveu está mais que certo. Parabéns.

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  • Flávio Furtado de Farias

    25/05/2012 #8 Author

    O Blog é seu, Pannunzio. Mas este comentário final acho que foge à lógica. Digo à lógica mesmo. Está mais para teimosia. Opinião não depende de lógica. Pode-se ter opinião por diferentes motivações. Mas não percebo qualquer lógica. Mas é como disse o blog é seu.

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    • Airton

      25/05/2012 #9 Author

      O que tem de errado na nota do editor ?
      Na nota do ex-deputado , ele em algum momento diz que o que aparece foi alterado ?
      Ele dis que foi editado , ok , mas em momento algum disse que aldulterado.
      Se você acha normal que um deputado faça ou simule extorsão , porque estão julgando o Demóstenes ?

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