Eles têm duas coisas notáveis: a segurança com que argumentam e o couro grosso. Couro grosso de tanto levar porrada nos meios acadêmicos, onde...

Eles têm duas coisas notáveis: a segurança com que argumentam e o couro grosso.

Couro grosso de tanto levar porrada nos meios acadêmicos, onde são estigmatizados como agentes da indústria do petróleo ou membros da Opus Dei. “Ouvir o que eles pregam é como negar o evolucionismo.

Eles são mórmons”, diz um renomado cientista respeitabilíssimo. “O papel deles é o mesmo dos pesquisadores contratados pela indústria do tabaco para provar que cigarro não dá câncer”, diz outro.

“Não discuto com quem não publica”, justifica um terceiro, negando-se a debater publicamente com um adversário cético. “Só eles publicam em revistas como a Science porque ela não publica nada que confronte a hegemonia do pensamento aquecimentista”,  defende-se outro cético.

Afinal, quem são esses malditos céticos ?

É o que a segunda reportagem da série “Uma dúvida conveniente” revela. Uma síntese do pensamento anti-hegemônico que confronta a hipótese do aquecimento global antrópico.

E vai além: afirma que o planeta está esfriando, e não esquentando, como apregoam os animadores do ambientalismo..

 

Comentários

  • Sol

    20/06/2012 #1 Author

    Pois é… o tal do aquecimento virou uma religião, fica parecendo Galileu contra a inquisição. Infelizmente a história é tediosa, ela vive se repetindo.
    E eu já estou de saco cheio de Rio+20, sustentabilidade e etc. A única coisa decente que apareceu até agora foi a proposta da CNA, pelo menos é palpável, objetiva e um começo. O resto… é gente tirando umas férias pagas.
    Moro em Copacabana e toda vez que os hoteis enchem, os bueiros vazam… feses. Algum ecochato se apresenta para resolver esse problema?

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