Este fim-de-semana vou me dar um feriado de presente. Espero que todos descansem bastante. A gente se vê na segunda-feira. Inté! Comentários

Este fim-de-semana vou me dar um feriado de presente. Espero que todos descansem bastante. A gente se vê na segunda-feira.

Inté!

Comentários

  • Idiossincrasias Policiais!

    25/06/2012 #1 Author

    Respeitosamente, extraído do blog flitparalisante!
    Caos Social!

    VENDE-SE ESTA CASA ( em razão da roubalheira que saiu fora do controle do Estado )
    25/06/2012
    13 comentários
    Enviado em 25/06/2012 as 15:38 – FOGO CONTRA FOGO TUPINIQUIM
    Violência social versus violência policial
    Fogo contra fogo versão nacional

    Como os acontecimentos estão na mídia, o Ministério Público, em busca de holofote, vai designar dois promotores para acompanhar as investigações. Fazendo minhas, as palavras do SSP: “Pura pirotecnia”

    Estamos acompanhando com muita preocupação o incontestável aumento da criminalidade nos últimos dois ou três anos, em suas mais diversificadas modalidades (homicídios, roubos, furtos, latrocínios, arrastões, etc.), mesmo com o enorme esforço das autoridades públicas de segurança em tentarem, através de mapas, relatórios de inteligência e planilhas estatísticas de credibilidade duvidosa, demonstrar o contrário.

    O que nos causa maior preocupação ainda, é ouvir dessas autoridades que o crime acontece pela vulnerabilidade dos imóveis comerciais, decorrente da omissão de seus proprietários que, sedentos por lucros, deixam de fazer investimentos em equipamentos eletrônicos de segurança, facilitando a empreitada criminosa, o que explicaria a série de arrastões em restaurantes no Estado. Atribuir ao particular a responsabilidade pela ineficiência pública é pegar pesado. Mais pesado do que a enorme carga tributária que pagam aos poderes públicos nas três esferas de governo para terem a mínima segurança pública necessária para trabalharem em paz

    No mesmo diapasão, atribuem aos condomínios residenciais a culpa pelos arrastões de que são vítimas em razão de não selecionarem a contento os funcionários que vão trabalhar na portaria.

    Nas residências roubadas em bairros nobres de São Paulo, entre os quais, o Morumbi, não faltam equipamentos eletrônicos de segurança patrimonial, porteiros treinados, ofendículas, ofensáculas e toda a parafernália de legítima defesa predisposta e mesmo assim, o que sobra são placas de “VENDE-SE ESTA CASA” em razão da roubalheira em residências que saiu fora do controle do Estado.

    Afinal, será que é o cidadão o responsável por esse estado de coisas?

    Ou será que é a má gestão na área de segurança pública?

    Pesados investimentos em tecnologia da informação, com compras suspeitas de equipamentos de informática de qualidade e utilidade duvidosa, acrescido da criação de vários batalhões que redundaram em recorrentes aumentos no efetivo na PM, mais com a finalidade de estruturarem administrativamente as novas unidades do que aumentar a presença física de policiais no policiamento preventivo, não levou a nada, a não ser a promoção de centenas de oficiais a postos superiores. Investiu pesado em recursos humanos e materiais na PM e numa atuação mais violenta da polícia, de modo especial da Rota, no enfrentamento da criminalidade que comprovadamente não deu em nada. Violência social não se controla com violência policial, só faz recrudescer o problema.

    Seu indisfarçável desapreço à polícia civil começa a apresentar seus reflexos. Crimes violentos que não foram evitados e abalaram a opinião pública, rapidamente, foram esclarecidos pela polícia civil a quem sempre deu as costas, como no caso da prisão de vários envolvidos nos arrastões a condomínios, restaurantes, no homicídio da jovem advogada no Ipiranga e no comentado caso do diretor executivo da Yoki.

    Se para as autoridades de segurança pública, a vulnerabilidade dos imóveis facilita a atuação marginal, o mesmo se diga em relação à absoluta falta de policiamento nos logradouros públicos. Falar que o homicídio do diretor executivo da Yoki se deu por ineficiência do policiamento preventivo seria um absurdo pela passionalidade e circunstâncias do crime, o mesmo não podemos afirmar em relação ao latrocínio que vitimou a jovem advogada no Ipiranga. Duvido que praticassem o crime se avistassem alguma viatura, pelo menos nas ruas ou avenidas próximas ao local do fato.

    O que adiantou a polícia civil esclarecer o crime? O prejuízo é eternamente irreversível.

    O ideal é que jamais tivesse acontecido.

    Senhor Governador e Senhor Secretário da Segurança Pública, sabemos da importância da Polícia Militar para o Estado de São Paulo em razão dos relevantes serviços que presta, mas muita coisa tem que ser repensada e modificada. Lugar de executivo de polícia é no policiamento preventivo ostensivo fardado e não na área administrativa, escondido atrás de computadores.

    Grampolândia no sistema prisional, levanta um “positivo”, inventa que foi denúncia anônima, planeja e executa uma chacina patrocinada pelo poder público e depois repercute na imprensa que foi uma bem sucedida operação policial, a exemplo do Compre Bem, Castelinho, Estacionamento no Cangaíba, etc. O preço a ser pago por isso é o que estamos assistindo nos últimos dias, a execução de vários policiais militares com o mesmo modus operandi, ou seja, a traição, por emboscada, etc

    Somos policiais vinte e quatro horas por dia, mas não estamos policiais o tempo todo. O marginal age de emboscada, estuda o comportamento da vítima e vai surpreendê-lo no momento em que estiver vulnerável.

    Dispensamos “Santinho” com mensagem “Vá com Deus”. Queremos atitudes da cúpula da segurança pública que previnam e não provoquem de forma recorrente os mesmos acontecimentos já vividos anteriormente.

    Do outro lado o Ministério Público se utilizando da Rede Globo, para no horário nobre do Fantástico, fazer propaganda institucional, no sentido de abocanhar a investigação criminal, tentando desmoralizar a polícia civil, desenterrando fatos antigos já investigados pela corregedoria, transformados em processos administrativos, aguardando o desfecho dos processos criminais, os quais não redundaram em condenações até agora, por conta da fraca atuação dos encarregados pela acusação em juízo, que a fundamentaram no confiável depoimento da MULHER DO TRAFICANTE. E ainda querem convencer os legisladores que sabem investigar. Cumpre ressaltar que a Corregedoria da Polícia Civil está diretamente subordinada ao Secretário de Segurança Pública que é um PROCURADOR DE JUSTIÇA.

    Para não dizer que sou parcial, essa vai para a polícia civil.

    Após a boa intervenção do DG na Acadepol, privatizando os concursos e acabando com as comissões que se reuniam para receber horas-aulas sem tê-las ministrado, gostaria de saber por que tanto concurso para professor temporário, inclusive para disciplinas que já possuem dois ou três professores? Quem são os integrantes das bancas? Em quantas bancas já figuraram nos concursos dos últimos dois anos? Vamos fazer uma auditoria nas planilhas de horas aulas para saber o porquê da atribuição de aulas dos cursos da academia geralmente aos mesmos professores?

    Me ajuda aí, pô!

    Responder

  • pedro paulo

    25/06/2012 #3 Author

    Fábio, boa tarde.
    Imagino que a questão paraguaia tenha prioridade de seus comentários, hoje.
    Mas quem sabe a condenação imposta aos diretores do Banco Rural, pelo Ministério da Fazenda, relacionado ao MENSALÃO, não é mais importante.
    veja abaixo a matéria da Folha de SP:

    “24/06/2012 – 03h30

    Fazenda mantém multa para banco que irrigou mensalão

    FLÁVIO FERREIRA
    DE SÃO PAULO

    O Ministério da Fazenda manteve uma multa de R$ 1,6 milhão aplicada ao Banco Rural por ocultar as evidências de lavagem de dinheiro nas transações do mensalão.

    A condenação administrativa, imposta em primeira instância pelo Banco Central, atingiu ainda dois ex-diretores do banco que são réus no processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Dirigentes do Banco Rural negam descumprimento de regras do BC

    Os ex-dirigentes José Roberto Salgado e Ayanna Tenório Tôrres de Jesus foram multados e proibidos de ocupar cargos de direção em instituições financeiras.

    A prática de crime de lavagem de dinheiro é uma das principais acusações do Ministério Público no processo criminal do mensalão.

    As punições administrativas do BC foram aplicadas em 2007, no desfecho das investigações iniciadas no Rural por conta do escândalo da compra de apoio político.

    Em seguida, os punidos apresentaram recursos ao ministro da Fazenda. Em 28 de março, o ministro Guido Mantega rejeitou as alegações e manteve as penas com base em parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

    As punições foram aplicadas a partir das regras da Lei de Lavagem de Dinheiro.

    Segundo o BC, o Banco Rural deixou de comunicar as autoridades sobre as transações com fortes indícios de lavagem de dinheiro que envolveram as agências de publicidade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza.

    De acordo com as investigações, o banco e os dirigentes também não tomaram as medidas necessárias para identificar as pessoas que sacaram na boca do caixa as quantias destinadas aos beneficiários do esquema.

    Esse grupo de sacadores foi composto principalmente por funcionários e emissários de deputados federais.

    EX-DIRIGENTES

    Além de Salgado e Ayanna, os ex-dirigentes do banco Kátia Rabello e Vinícius Samarane também são réus na ação do mensalão.

    No processo decidido em março só foram incluídos Salgado e Ayanna porque as autoridades avaliaram que eles eram diretamente responsáveis por evitar (e comunicar ao BC) operações com indícios de lavagem de dinheiro.

    Para Salgado, as penas foram de inabilitação para atuar em cargos de direção em instituições financeiras por seis anos e multa de R$ 155 mil. Ayanna foi punida com a inabilitação por um ano e multa de R$ 4.000.

    As defesas deles apresentaram recursos ao próprio ministério com um pedido para que as penas fiquem suspensas até o julgamento da apelação, ainda sem data.

    Os quatro ex-dirigentes do Rural que são réus no STF e mais nove diretores do banco à época do mensalão também sofreram punições em outro processo do BC.

    Esse procedimento apurou irregularidades nas operações de empréstimo que abasteceram o valerioduto, mas o caso ainda não foi decidido na segunda instância administrativa.

    Ao longo de 2003, o Banco Rural fez empréstimos de R$ 3 milhões para o PT e R$ 29 milhões para as agências de Marcos Valério.”

    Responder

  • Carlo Germani

    25/06/2012 #4 Author

    Pannunzio,

    No sábado,23/6,sugeri,na ausência do editor,a
    TRIBUNA LIVRE,onde os leitores-comentaristas postariam
    temas variados,dicas,(…),sem ignorar as regras do blog.

    Como sempre,a postagem ficou para moderação.

    Precisava ignorar a idéia?

    Responder

    • Fábio Pannunzio

      25/06/2012 #5 Author

      POi, Carlo. Somente agora cheguei a São Paulo. Vou considerar a sua sugestão e ver um jeito de fazer isso tecnicamente. Muito boa a ideia. Obrigado.

    • Carlo Germani

      25/06/2012 #6 Author

      Caro Pannunzio,

      Primeiramente,desculpe a impulsiviade da cobrança.Pensei que você tinha
      “sumariamente” deletado a idéia.

      Quanto a TRIBUNA LIVRE,não tem que mexer em nada.Posta o título TRIBUNA LIVRE,e a gente faz o papel de dublê de pauteiro.

      Quando você puder,faz as mediações.
      Simples assim.

      PS-assisti ontem ao Canal Livre com o PhD.
      Luiz Molion.Excelente programa.Leve,direto ao ponto,perguntas e questionamentos pertinentes,onde o Prof.Molion,deu uma aula,
      não somente de climatologia,como de moralidade.Não tergiversou em momento algum.Está aí um brasileiro exemplar,que não se deixa cooptar pelo sistema.

      PS2-Parabéns a você e a Band,por desconstruirem a fraude do aquecimento global,com a excelente série no Jornal da Band.

  • ANÔNIMO

    24/06/2012 #7 Author

    Peço desculpas pelo erro de ortografia, e aproveito para corrigi-lo – “intenSidade”

    Responder

  • ANÔNIMO

    24/06/2012 #8 Author

    Gostaria de ver em seu blog uma matéria urgente a respeito do prejuízo social que representa, no sistema jurídico-criminal brasileiro, a existência do chamado Delegado de Polícia. Tendo em vista que o senhor explorou problemas relacionados ao da escrivã despida à força por delegados de SãoPaulo, gostaria de sugerir, como imperativo de consciência acerca do direito de liberdade do cidadão brasileiro, o tema referente à necessidade de extinção da vetusta figura do chamado “delegado de polícia”.

    Este tema é importante, porque a simples existência do chamado “delegado de polícia” tem causado danos ao “status libertatis do cidadão”, todos os dias, pelos seguintes motivos:

    1 – o delegado de polícia, pensado como autoridade semi judicial, no início do século, servia para substituir o juiz de direito para decidir acerca da prisão dos cidadãos, tendo em vista a grandiosidade do território brasileiro. Hoje não mais se justifica isso, pois a tecnologia permite que um juiz analise a prisão imediata de qualquer cidadão, de forma autonoma e sem a interferência do poder executivo, na intencidade como interfere com respeito ao delegado de polícia;

    2 – a polícia é um órgão contaminado pela política partidária mais rasteira, que termina por decidir quem se tornará delegado de polícia, comprometendo a imparcialidade de quem decidiria pela prisão ou liberdade do cidadão;

    3 – a própria legislação penal e processual penal apresenta bantantes entraves à atuação do delegado de polícia, pois a própria lei já tem as prevenções contra o delegado, considerando-o uma autoridade de menor envergadura que o juiz. Exemplo disso é a separação absurda que faz quando o cidadão age em legítima defesa. O exemplo do comerciante que matou dois assaltantes com sua arma legalizada é um exemplo: o próprio delegado decretou a prisão daquele cidadão porque disse faltar-lhe atribuição para analisar um caso evidente de legitima defesa e de apresentação espontânea, sob o argumento que somente o juiz pode analisar a legitima defesa…

    Diante disso, proponho em seu respeitável blog a necessária discussão acerca da EXTINÇÃO DA FIGURA DO DELEGADO DE POLÍCIA, transformando essas pseudo autoridades em simples agentes do poder judiciário, tendo em vista a sua desnecessidade atual diante da tecnologia e de sua imprestabilidade quando mais necessita o cidadão, como no caso do comerciante citado.

    Esse tema é importante porque, por exemplo, se a sua mulher tiver conseguido matar o estuprador antes de estuprá-la, ou durante, sendo ela conduzida a um juiz de direito – verdadeira autoridade – não seja ela submetida à humilhação de um indiciamento e à prisão, sob a desculpa de que teria que consultar o governador do estado ou o papa.

    Desde já, OBRIGADO

    Responder

  • Carlo Germani

    23/06/2012 #9 Author

    Pannunzio,

    Sugestão:quando acontecem essas “férias de fim-de-semna”,
    por que não permitir uma TRIBUNA LIVRE?

    Responder

  • ARTUR

    23/06/2012 #10 Author

    É isso mesmo, meu caro. Depois de uma semana intensa, e com seu aniversário no comecinho dela, tem de se “dar ao luxo” de ter um descanso merecido. Forte abraço e muito sucesso, amigo. 🙂

    Responder

  • Eduardo Ielo

    23/06/2012 #11 Author

    Parabens. Apoiado. Voce merece um fim de semana de folga. Que Deus o abençoe.

    Responder

  • Carlo Germani

    23/06/2012 #12 Author

    CORREÇÃO COMENTÁRIO ANTERIOR:

    Pannunzio,

    Bom fim-de-semana,também.
    E nada de NOVOS filhos.

    Responder

  • Carlo Germani

    23/06/2012 #13 Author

    BOm fim-de-semana,Pannunzio.

    PS-E chega de filhos!!

    Responder

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