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Da Folha Online.

Os familiares de 77 vítimas do acidente com o Airbus da TAM em São Paulo, em julho de 2007, não podem processar a companhia aérea nem a Airbus, fabricante do avião, nem nenhuma das outras partes envolvidas, na Justiça dos EUA.

De acordo com o texto do Jornal Folha de S.Paulo, a decisão foi tomada pela juíza Marcia Cooke, na ultima sexta-feira (21), baseada no fato de que apenas uma das vítimas tinha nacionalidade norte-americana e porque a maioria das provas está no Brasil.

“O fardo aqui, tanto para o tribunal quanto para os jurados, seria enorme, apesar de os Estados Unidos e a Flórida terem uma conexão apenas tangencial com o caso, comparado com o interesse claramente mais forte do Brasil”, escreveu a juíza em sua decisão.

Acidente

O acidente que envolveu o vôo 3054 é o maior da aviação brasileira. No dia 17 de julho de 2007, o Airbus-A320 da TAM –que havia saído de Porto Alegre– não conseguiu frear durante o pouso no aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo) e bateu contra um prédio da TAM Express, provocando a morte de 199 pessoas.

No último dia 13, foi encerrada a câmara de indenização para as famílias das vítimas com 55 dos 59 casos negociados. Segundo o diretor de Assuntos Corporativos da empresa aérea, Marcelo Mendonça, mais 136 casos foram resolvidos em acordos diretos entre a companhia e os parentes das vítimas do acidente.

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