A reunião que pretendia destravar as votações no Senado acabou sem resultados significativos na tarde desta terça-feira. O encontro, marcado pelo presidente da Casa, José...

A reunião que pretendia destravar as votações no Senado acabou sem resultados significativos na tarde desta terça-feira.

O encontro, marcado pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), teve pouquíssimo quórum. Estiveram presentes apenas líderes do PSB, PTB, PMDB, PR e PDT. Os petistas não compareceram. Já Oposicionistas do DEM e do PSDB sequer se aproximaram da porta da presidência nesta tarde. Com a pequena quantidade de membros, Sarney inclusive deixou a reunião de fininho para presidir mais uma ordem do dia na Casa.

Para o senador Osmar Dias (PDT-PR), a questão que deveria ser debatida hoje é de extrema importância para o Senado. “Penso que o Senado tem que retomar as votações porque a população está cobrando isso”.Através de acordo, parlamentares aprovaram a votação de alguns projetos de resolução.

Dias também comentou a tentativa de se levar ao Supremo Tribunal Federal o pedido de desarquivamento das 11 reclamações feitas no Conselho de Ética contra Sarney. Ele defende que as investigações fiquem restritas à Casa. “Essa é uma decisão que cabe ao Senado tomar. Se formos esperar o Supremo, daqui a pouco não vai ter mais nada aqui no Senado”.

O líder democrata, Agripino Maia (RN), que não participou do encontro, posicionou-se sobre o que o partido considera que deve ou não ser votado. “Estamos definindo entre nós a pauta de assuntos importantes para os brasileiros e vamos colocá-la à liderança do governo”.

Maia negou um boicote da oposição ao pedido de definição de Sarney e afirmou que a tendência agora é por uma postura de individualização.

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