As sirenes soavam alto no plenário do Senado. Era o início de mais uma ordem do dia. Mas antes de discussões e votações, a...

As sirenes soavam alto no plenário do Senado. Era o início de mais uma ordem do dia.

Mas antes de discussões e votações, a ordem mesmo era repercutir a já lendária história do cartão vermelho, ocorrida ontem no plenário da Casa.

A atitude de Eduardo Suplicy (PT-SP) de pedir a renúncia do presidente da Casa José Sarney (PMDB-AP) imitando um juiz de futebol que expulsa jogadores que cometeram faltas, tem sido mais do que comentada.

E ela não está só na boca do povo. Até o principal alvo de críticas de inúmeros parlamentares e de grande parte da população brasileira não deixou de aderir à moda.

José Sarney, um pouco antes de iniciar as votações, afirmou: “Meu cartão é um cartão branco, é um cartão da paz”.

Mais cedo, outros parlamentares usaram do mesmo artifício. Na onda dos juízes recém-formados estiveram Demóstenes Torres, Flexa Ribeiro e Papaléo Paes.

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