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Mais 24 funcionários da Receita Federal em São Paulo entregaram os cargos em protesto às exonerações de assessores ligados à ex-secretária Lina Vieira. A informação foi confirmada pela Unafisco (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) nesta quarta-feira.

Com o agravamento da crise na Receita, cerca de 60 pessoas em postos de chefia, distribuídas em 5 das 10 superintendências regionais, avisaram seus superiores que deixarão suas funções.

Segundo reportagem da Folha publicada hoje, entre os demissionários de São Paulo está Clair Hickman, responsável pela fiscalização do setor bancário no Estado, maior praça financeira do país.

O principal motivo do pedido de desligamento citado pelos demissionários em São Paulo é a provável mudança de foco na fiscalização.

Na avaliação dos servidores, a Receita não vai mais priorizar a fiscalização dos grandes contribuintes, mas sim será feita, nas palavras desses funcionários do fisco, sob “recibos médicos”. Isso quer dizer que a Receita pode voltar a mirar pequenos contribuintes, trabalhadores assalariados e profissionais liberais.

Hoje, em entrevista coletiva, o ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que a fiscalização da Receita Federal funciona normalmente em todo o país, apesar das exonerações e pedidos de demissões. Ele chamou de “balela” a acusação de que a Receita não fiscaliza grandes empresas.

“É uma balela dizer que não estamos fiscalizando os grandes contribuintes. Há mais de dez anos existe um programa de fiscalização, que foi reforçado no meu comando”, afirmou Mantega.

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