O advogado de defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral, José Guilherme Villela, pode ter sido vítima de...

O advogado de defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello e ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral, José Guilherme Villela, pode ter sido vítima de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

A Polícia Civil trabalha com a hipótese também nos casos da mulher de José e da empregada, encontradas mortas ontem no apartamento de Villela, na 113 Sul.

Os três estavam desaparecidos desde a última sexta-feira e foram localizados na noite de ontem pela neta de José Guilherme Villela.

Segundo a delegada que acompanha o caso, Marta Vargas, o apartamento não foi arrombado, apesar de algumas joias não terem sido encontradas no local.

O corpo do ex-ministro tinha 32 marcas de facadas e já se encontrava em estado avançado de decomposição. Ele e a empregada, Francisca, estavam próximos à cozinha. Já o corpo da mulher, a também advogada Maria Carvalho Villela, estava numa posição que indicava que ela estaria vindo dos quartos em direção à entrada do apartamento.

A polícia ainda não identificou os possíveis suspeitos do assassinato.

José Guilherme Villela tinha 73 anos e deixa dois filhos.

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