A decisão do presidente Lula de manter a urgência na análise dos projetos que criam o novo marco regulatório do pré-sal continua repercutindo no Congresso....

A decisão do presidente Lula de manter a urgência na análise dos projetos que criam o novo marco regulatório do pré-sal continua repercutindo no Congresso.

Para o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), a medida é vista como uma agressão. “Essa avaliação está na contramão da democracia. Ou o presidente pensa que todo mundo quer assaltar a Petrobras, roubar, ou está convencido de que é dono da verdade”, afirmou. “Estou profundamente decepcionado com essa atitude de Lula”.

Sérgio Guerra ainda comparou o fato aos últimos acontecimentos do Senado. “Lula quer convencer a transformar o Congresso num Conselho de Ética”, disse ao se referir ao arquivamento das representações contra o presidente da Casa, José Sarney, e que resultaram na debandada dos membros tucanos e democratas do colegiado. “Ele quer que isso resulte em nada. Há vários pontos que precisam ser discutidos e não vamos dar razão ao presidente Lula”.

Para Guerra, o Senado vai viver dias de batalha. “Nossa proposta é debater no Congresso, examinar as etapas de forma técnica e depois chegar às conclusões em tempo livre”. Com o caráter de urgência, os senadores têm 90 dias para analisar a questão. O tempo é bem inferior ao destinado apenas para a montagem e idealização do marco.

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