O Brasil deve mesmo comprar os jatos franceses Rafale, fabricados pela francesa Dassault, em um negócio avaliado em R$ 7 bi. A decisão foi...

O Brasil deve mesmo comprar os jatos franceses Rafale, fabricados pela francesa Dassault, em um negócio avaliado em R$ 7 bi. A decisão foi antecipada pela Presidência da República ao distribuir, no Palácio da Alvorada, a íntegra de um comunicado conjunto dos presidente do Brasil e da França..

Segundo a nota, Lula e Sarkozy “decidiram fazer do Brasil e da França parceiros estratégicos também no domínio aeronáutico, onde (SIC) ambos os países possuem vantagens importantes complementares.

Sarkzy comunicou a Lula que seu país tem a intenção de adquirir dez unidades do futuro avião de transporte militar KC-390 e “manifestou a disposição dos industriais franceses de contribuir para o desenvolvimento dessa aeronave”.

O comunicado afirma, ainda, que “levando em conta a amplitude das transferências propostas e das garantias oferecidas pela parte francesa, o presidente Lula anunciou a decisão da parte brasileira de entrar em negociação com o GIE Rafale para aquisição de 36 aviões de combate.”

De acordo com o ministro das Relações Internacionais, Celso Amorim, ainda não se sabe se a decisão política encerra juridicamente a concorrência, que tem mais dois competidores — a Boeing e a Saab. “Houve a decisão de iniciar a negociação com o fornecedor francês e de não iniciar o mesmo processo com os outros dois candidatos”, disse o ministro no final do encontro entre Lula e Sarkozy no Palácio da Alvorada.

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