Dilma, a surda, também ficou muda

Ela disse que estava “ouvindo as vozes das ruas”. O povo dizia “menos roubalheira, Dona Dilma”. Ela entendia “plebiscito e constituinte, Dona Dilma”.

Foi derrotada para si mesma em menos de 24 horas com a ideia estapafúrdia da “constituinte exclusiva” . A proposta era um mico oportunista implantado no debate pela ala golpista do PT, que tentou capitalizar o tsunami humano que varreu o País. E era, essencialmente, contra as nefastas prática petistas.

Agora caiu o plebiscito. A Presidente foi derrotada por seus próprios aliados.

A agenda proposta por ela se esgotou com a reação do Congresso ao clamor popular por mudanças.

Dilma ficou sem discurso, sem agenda, … sem voz!

Além de surda, Dilma agora está muda.

Enquanto isso…

O Congresso derrotou a PEC-37. Votou a proposta que transforma a corrupção em crime hediondo. Arquivou o monstrengo da ‘cura gay”. Está a um passo de acabar com o voto secreto.

O Supremo mandou um deputado ladrão para a cadeia.

O Haddad derrubou o aumento da tarifa. O Alckmin mandou cortar cargos, reduziu despesas e anunciou a venda de seu helicóptero.

E Dilma quieta, sem ter o que falar.

A história recente deixa claro que, para ser bem-sucedido, o governante não precisa saber ler nem escrever. Está provado por Lula e é insofismável. Basta saber desenhar o nome num decreto, portaria, projeto de lei  ou medida provisória.

Nem a surdez e a falta do que dizer  justificam a afasia.

 

 

 

 

Comentários

9 thoughts on “Dilma, a surda, também ficou muda

  1. Parabéns pela vitória.
    Seja bem vindo.
    Pois você estava fazendo muita falta.
    E voltou em hora excelente.
    Pois as ruas estão dizendo não.
    E o julgamento do mensalão será novamente, em agosto.
    Só espero que o povo lembre porque e ao que disse não.
    Em 2014, na eleição.

  2. Pois é ! E não é que foi o insofismável que escolheu a atual sofisma de plantão. Não é necessário saber ler e nem escrever, basta desenhar… Em política, desenhar com ética é essencial. A afasia no país parece um fenômeno recorrente enquanto às ruas se manifestam, exceto quando a coragem aparece, lá pelas bandas da África e Alemanha. O sofisma suspira no Planalto esperando a voz rouca de sua criação!

  3. Pannunzio,
    vc. tem certeza de querer ouvi-la?
    D. Dilma quando fala só produz asneiras. Os verbos que pronuncia raramente concordam com os objetos (em termos lógicos, nem falo nos gramaticais). É um colosso de ignorância. Nada produz de construtivo. Quis patrolar a competência do congresso nacional com o tal do plebiscito, que podia ser um referendo, como se fossem fungíveis. Nada fala, nem faz, quanto ao assombro dos 39 ministérios improdutivos, que poderia exterminar com uma singela canetada. Nem demite a corja que comanda a política econômica mas deletéria que já houve na história. Quer mesmo ouvi-la?
    E desde quando os postes falam? Só servem para aliviar a bexiga dos cachorros…
    Sds.,
    de MarceloF.

  4. Ok, não gosto e nunca gostei dela, tanto como pessoa quanto como mulher pública. Detesto gente que mente!
    Mas estou chocada com algumas coisas:
    Como alguém vai a público falar de cinco pactos e não combinar isso com os russos (Vice Presidente, Governadores e Prefeitos presentes)?
    Ninguém é obrigado a saber tudo, mas reza o bom senso perguntar, ANTES, a quem sabe. O Vice dela é advogado constitucionalista, ok, PMDB, mas o país está com em crise, não é? Nessas horas a gente pergunta a quem sabe, né não? Se não sei, cerco-me de quem sabe.
    Só tem canalha nessa história. A mulher foi deixada à deriva e não aparece um Homem ou Mulher para, se não por ela pela nação, dar-lhe algum apoio ou suporte. Todos estão com a faca nos dentes se vingando pelo autoritarismo dela.
    No final das contas, o país não interessa para essa gente, só o poder pessoal e suas vaidades. Se isso significa colocar o país em situação perigosa e delicada, não importa.
    Nós não precisamos de reforma política, precisamos de uma reforma moral.

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