Depois de patrocinar restrições ao uso da internet na campanha e endossar uma emenda de Marcelo Crivella (PRB-RJ) que pretende legislar sobre a metodologia...

Depois de patrocinar restrições ao uso da internet na campanha e endossar uma emenda de Marcelo Crivella (PRB-RJ) que pretende legislar sobre a metodologia dos institutos de pesquisa, a laboriosa dupla formada por Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e Marco Maciel (DEM-PE), relatores da minirreforma eleitoral em votação no Senado, prepara um parecer contrário ao fim das chamadas doações ocultas, informa o “Painel” da Folha, editado por Renata Lo Prete.

Segundo a coluna, a emenda de número 68, apresentada por Eduardo Suplicy (PT-SP), deverá ser votada em plenário na terça-feira. A doação oculta é a modalidade preferida dos grandes financiadores de campanha, por preservá-los de posterior cobrança pública.

Nas eleições de 2006, as doações ocultas –feitas aos comitês partidários, que depois repassam os recursos aos candidatos– somaram R$ 85 milhões. No ano passado, R$ 259 milhões.

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