O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que o Brasil entrará em 2010 numa situação de crescimento econômico. Para Lula, o...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que o Brasil entrará em 2010 numa situação de crescimento econômico. Para Lula, o Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro e quarto trimestres também irá demonstrar um desempenho muito melhor da economia brasileira até o final do ano. 

Após dois trimestres de queda, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou na última sexta-feira crescimento de 1,9 por cento no segundo trimestre do ano na comparação com o primeiro. 

“Isso significa que nós vamos começar o ano numa situação muito virtuosa, numa situação de muito otimismo, numa situação de crescimento”, disse Lula em seu programa semanal de rádio “Café com o Presidente.” 

Com o resultado, o Brasil sai oficialmente da recessão técnica. 

“E é tudo que nós precisamos. Voltar à normalidade econômica, voltar a crescer, gerar empregos, distribuir renda, que é isso que o povo brasileiro espera de nós”, acrescentou o presidente. 

No primeiro semestre do ano, a economia brasileira encolheu 1,5 por cento. Já no acumulado em 12 meses, o PIB teve expansão de 1,3 por cento em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Lula voltou a afirmar que os números que demonstraram a saída do país da recessão técnica apenas confirmaram o ponto de vista do governo de que “a crise tinha chegado por último no Brasil e que ela ia acabar primeiro no Brasil”. 

“Por quê? Porque o Brasil estava preparado”, reiterou Lula. 

O último relatório Focus, com projeções de cerca de 100 instituições financeiras coletadas pelo Banco Central, já reduziu para 0,16 por cento a estimativa de queda do PIB neste ano. 

DINHEIRO DO PRÉ-SAL 

Lula reafirmou que o governo irá usar parte do dinheiro do fundo social do pré-sal – que consta na proposta do novo marco regulatório do petróleo enviado ao Congresso Nacional — para investir na educação do país, condição básica para o Brasil entrar no grupo dos países desenvolvidos, segundo ele. 

“A minha tese é a seguinte: o século 21 é o século do Brasil e a gente não pode jogá-lo fora como jogamos o século 20. Por isso a educação, para mim, é fundamental”, disse o presidente. 

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