Molion: “Previsões do Painel do Clima brasileiro são catastrofismo não-científico”

O relatório do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas é uma peça desprovida de fundamentos científicos que tem por objetivo sedimentar projeções alarmistas que não encontram amparo na realidade. A opinião é do Professor Luis Carlos Molion, meteorologista mais expressivo entre os chamados “céticos” brasileiros — cientistas que contestam a hipótese do aquecimento global provocado pelo homem por meio do aumento das emissões de carbono na atmosfera.De acordo com o meteorologista, o planeta estaria, ao contrário, iniciando um período de resfriamento por causa da diminuição da atividade solar.

O relatório prevê alterações no clima mundial com reflexos na hidrologia, regime de chuvas e na economia brasileira a partir da projeção de que as temperaturas poderão se elevar em 6 graus centígrados até o fim do século. As consequências seriam desastrosas. Além de mudar o regime de chuvas, acentuando eventos de frio intenso e calor extremo, fariam com que até o lençol freático fosse afetado.

Molion concedeu uma longa entrevista ao Blog do Pannunzio. Ela pode ser integralmente assistida no link acima. É uma aula sobre os mecanismo que, segundo ele, são responsáveis pelo controle da temperatura na superfície da Terra. Molion não se limita a contestar seus colegas que estão do outro lado da trincheira climatológica. Ele critica os cientistas que assinam o estudo do PBMC dizendo que “ficaram ao lado do dinheiro”, em referência às facilidades encontradas por cientistas pró-aquecimento antrópico para alavancar financiamento para seus trabalhos, que ele classifica como ‘não científicos’.

Comentários

5 thoughts on “Molion: “Previsões do Painel do Clima brasileiro são catastrofismo não-científico”

  1. Molion, lamentavelmente, trocou o método científico pelo negacionismo. Não são os 350 cientistas envolvidos na elaboração do Relatório do PBMC que têm a “agenda política” tão mencionada nas teorias conspiracionistas desse senhor. Na verdade, entre os cientistas há uma variedade enorme de preferências políticas, sendo a fidelidade ao trabalho científico a única coisa em comum. Molion, sim, poderia tentar explicar porque virou frequentador dos círculos da direita organizada, incluindo não somente a audiência do agronegócio, mas o IPCO, Instituto da TFP e o “Foro do Brasil” que reúne militares golpistas.

  2. Fábio,
    não consigo ver o vídeo. Diz que: “esse vídeo é privado”. E só.

    Cê sumiu, cara. Tudo bem?
    Abs.,
    de MarceloF.

  3. há ceticismo dentre cientistas independentes …recomendo o seguinte documentário inglês sobre o tema: The great global warming swindle

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