Manchete: Crise pegou Brasil no auge do avanço social Levantamento do IBGE mostra redução da desigualdade e alta na renda, que ainda assim está...

Manchete: Crise pegou Brasil no auge do avanço social

Levantamento do IBGE mostra redução da desigualdade e alta na renda, que ainda assim está abaixo da de 1998

Último retrato do Brasil antes do início da crise mundial, há um ano, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2008 mostra o País no auge de uma fase de avanços iniciada em 2004. Houve recorde na criação de empregos formais e continuidade na redução da desigualdade, no aumento da escolarização de jovens e na redução do trabalho infantil. Além disso, o nível médio de renda de todos os grupos da população cresceu – embora ainda ficasse abaixo do de 1998. Mas a amostra revela também dificuldade para reduzir a taxa de analfabetismo – que chegou a subir no Sudeste – e, em alguns Estados, redução na proporção de crianças na escola. Sérgio Besserman, ex-presidente do IBGE, diz que os números mostram “o pico de um ciclo encerrado com a crise”. (págs. 1, H1 a H6)

Reprodução da Sinopse da Radiobras

Indicado de Lula ao STF tem condenação em 1ª instância

Escritório de Toffoli é acusado de obter contrato ilegal com governo do Amapá

O advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, indicado pelo presidente Lula para o Supremo Tribunal Federal (STF), tem uma condenação judicial no currículo, informa o repórter Felipe Recondo. No último dia 8, a Justiça do Amapá mandou que ele e seus sócios no escritório Firma Toffoli & Telesca Advogados Associados devolvessem R$ 420 mil aos cofres do Estado. Os réus são acusados de “conluio” com o governo estadual para firmar contrato ilegal que lhes rendeu R$ 35 mil mensais como representantes do Estado em tribunais superiores. O juiz falou em “má-fé”. Já criticado por suas ligações com o PT, Toffoli deverá ser questionado pelo Senado sobre a condenação – que não impede a indicação. (págs. 1 e A4)

Para manter gasto, governo reduz meta de superávit

O governo decidiu reduzir a meta de superávit primário (economia para pagamento dos juros da dívida) em 2009. O objetivo é manter gastos mesmo diante da queda na arrecadação, ampliando investimentos que podem ser abatidos dos resultados das contas públicas. A meta de superávit de 2,5% do PIB poderá ficar em até 1,56%. (págs. 1 e B1)

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