TSE: Parabéns pra quem venceu.

 

Com a decisão de ontem do TSE,  ficou sacramentado que o Brasil está mesmo fadado a ser o que é. Se está bom para você, ótimo, meus parabéns.

Somos e seremos um País governado por  homens da envergadura de um Michel Temer.

Temos instituições a garanti-lo com o senso patriótico da nossa justiça eleitoral.

E por trás delas há personagens da estirpe de um Gilmar Mendes.

E juízes do estofo de um Napoleão que, na impossibilidade de encontrar na lei o que precisam para formar sua convicção, vão ao Corão pesquisar anátemas para amaldiçoar seus detratores.

O Brasil demonstrou mais uma vez que é uma Nação espetacular.

Onde a hermenênutica permite que alguém se gabe de ter assegurado um julgamento apenas para desmoralizar a si mesmo quando mudam as circunstâncias — leia-se o mandatário de turno.

Mas não somos ainda perfeitos. Temos também nossos problemas.

Para que sejamos como afinal somos, temos que eventualmente fazer algum malabarismo para conter a impertinência dos que insistem em interpretar os códigos da maneira como foram escritos.

Temos, por exemplo, que substituir certos atores para fazer prevalecer nosso senso de justiça.

Afastar do núcleo decisório os que previsivelmente não nos querem como somos.

O impertinente Henrique Neves. Ou a atrevida Luciana Lóssio.

Para a sorte de quem tem sorte, há sempre na reserva um Admar Gonzaga, um Tarcísio Neto para compor nossa história.

Disciplinados e assertivos, eles se apresentam como soldados para cumprir com denodo as missões que lhes são delegadas pelo pragmatismo que nos modela.

Para atuar com a garra dos tarefeiros mais corajosos no sentido de neutralizar qualquer chance de triunfo de perfis equivocados como os de um Fux, uma Rosa Weber, e especialmente um Herman Benjamin, que ao final sempre acabam mesmo sendo derrotados.

Parabéns a você, que hoje está a comemorar os feitos de ontem, a se orgulhar do País que tem e dos homens que o performam.

Você realmente os merece.

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