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A capital do país concentra a maior proporção de pessoas na classe alta no país, de acordo com dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas), baseados na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). Do total da população do Distrito Federal, 26,5% pertencem à classe AB. Em todo o Brasil, essa classe representa 10,4% do total.

Em 2007, a classe alta significava 27,4% da população do Distrito Federal.

Por outro lado, 3,08% da população do Maranhão estão na classe AB, o menor nível entre todos os Estados do Brasil. Ao mesmo tempo, o Estado nordestino tem a segunda maior proporção de pobres, com 33,8% da população classificada na classe E. Em relação a 2007, diminuiu a proporção de pobres no Maranhão, já que naquele ano, 38,3% estavam na classe E.

Pelos critérios da FGV, compõem a classe AB quem tem renda domiciliar superior a R$ 4.807; entre R$ 1.115 e 4.806, estão os integrantes da classe C; com renda domiciliar de R$ 768 a 1.114, estão o brasileiros da classe D; e finalmente, quem tem renda domiciliar inferior a R$ 768 está na classe E.

Pobres

O maior patamar de pobres está em Alagoas, com 38,8% do total. Os dados da FGV revelam aumento da proporção de pobres entre os alagoanos, já que em 2007, 37,9% estavam na classe E.

Em todo o país, 16% da população são incluídos na camada mais pobre. Do total de desempregados no país, 25,6% estão na classe D. Entre os empregados agrícolas, 22,3% também estão na classe D.

Santa Catarina tem a menor proporção de pobres no país, com 4,53% da população pertencente à classe E. Apesar da menor número de pobres entre os catarinenses, houve aumento na proporção na comparação com 2007, quando 3,67% da população local estava na classe E.

Classe média

Na chamada classe média, a maior proporção do país também coube a Santa Catarina, onde 65,4% da população está na classe C. Em 2007, 67,4% da população catarinense era de classe média.

Em sentido inverso, 27,7% da população de Alagoas é de classe média. Em 2007, 26,9% da população alagoana estava na classe C. Segundo a FGV, 49,2% da população brasileira pertence à classe C.

Classes A,B,C e D

A FGV aponta que 67,8% dos empregados com carteira assinada no país está na classe C. Esta classe concentra ainda 57,13% dos funcionários públicos brasileiros. A classe C tem ainda a maior proporção de desempregados, com 38,8% do total.

Já na classe D, a maior proporção está no Pará, onde 34,1% da população local estão nessa faixa de renda. Santa Catarina, novamente, tem a menor proporção, com 13,2% da população incluída na classe D.

A classe AB concentra 54,3% dos contribuintes para a previdência. Na classe C, estão outros 37,8%; 4,3% dos contribuintes estão na classe D, e 3,4 estão na parcela mais pobre da população brasileira.

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