O oncologista responsável pelo tratamento que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) iniciou em abril contra um câncer linfático disse nesta sexta (25) que...

O oncologista responsável pelo tratamento que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) iniciou em abril contra um câncer linfático disse nesta sexta (25) que os exames realizados por ela na quinta-feira (24) mostram que não há mais evidência da doença e que o tratamento terminou.

“Ela está sem evidência de doença e com risco baixíssimo de a doença retornar a longo prazo”, disse Paulo Hoff. “O tratamento está encerrado.”

O médico evitou, entretanto, usar a palavra cura –em tratamentos de câncer, em geral espera-se cinco anos sem o reaparecimento da doença para decretar a cura total.

“Se você perguntar a minha opinião, [digo que] eu acho que ela provavelmente está curada”, afirmou o médico. Ele comparou a convicção de que um câncer não retornará com a certeza de que uma pessoa nunca será atropelada ao atravessar a rua. “Acidentes acontecem”, disse.

Hoff voltou a dizer que o fato de o nódulo ter sido descoberto em estágio muito inicial foi determinante para o bom resultado no tratamento e uma possível cura total.

A ministra realizou exames na tarde de quinta-feira, quando ficou mais de três horas no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Na quinta pela manhã, afirmou à imprensa que poderia fazer um anúncio sobre o fim do tratamento após passar por uma avaliação médica. Ela esperava ter que realizar mais exames na próxima semana. Segundo o oncologista, isso não será necessário.

Dilma descobriu em março, durante exame de rotina, um nódulo na axila esquerda. Após retirá-lo, passou por sessões de quimioterapia e radioterapia. Ela deverá passar por avaliações trimestrais até completar um ano do final do tratamento, no próximo ano.

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