O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) vai apresentar hoje um projeto de resolução que equivale a um descarrego. Seus quatro artigos vão provocar um alarido no...

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) vai apresentar hoje um projeto de resolução que equivale a um descarrego. Seus quatro artigos vão provocar um alarido no Reino de Hades em que se transformou o Senado da República. A proposta prevê a adoção de providências simples, como a afixação de um quadro em cada gabinete ou seção com os nomes dos funcionários que lá trabalham. E, a cada seis meses, a divulgação, na internet, dos nomes e salários brutos de todos os servidores.

Os fantasmas estão assombrados. Sete anos atrás, impediram que um projeto semelhante, igualmente apresentado por Suplicy, chegasse ao plenário para ser votado. Terminou arquivado depois de percorrer buracraticamente todo o caminho entre o protocolo e a gaveta. Nada indica que a nova proposta terá destino diferente.

Apesar da renitência da numerosa ala “espírita” do Senado — aquela que se relaciona com os ectoplasmas — a idéia já se mostrou eficiente na Câmara Municipal de São Paulo. Quando presidiu aquele parlamento, Suplicy botou os nomes dos funcionários no quadro. Não sem antes enfrentar uma enorme pressão para que isso não acontecesse. Lá, como aqui, assombrações têm aversão à luz.

Se você quiser conhecer a íntegra do projeto, clique aqui.

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