Os políticos tucanos que exercem função de secretários no governo do Distrito Federal têm 24 horas para deixar os cargos. A decisão unânime foi tomada agora há...

Os políticos tucanos que exercem função de secretários no governo do Distrito Federal têm 24 horas para deixar os cargos.

A decisão unânime foi tomada agora há pouco durante reunião da executiva nacional do partido, no Congresso Nacional, e mostra a postura de mais uma legenda da base aliada com relação às denúncias envolvendo o governador democrata José Roberto Arruda.

Segundo o presidente da legenda, Sérgio Guerra (PE), os que descumprirem a determinação vão ser punidos. “A situação no âmbito local tem que ser resolvida. Queremos transparência, apuração e responsabilização”, disse. “Não queremos mais participar do governo do Distrito Federal. Os que não saírem do governo não serão mais do PSDB”, revelou Sérgio Guerra ao comentar que os que não colaborarem vão ser submetidos ao conselho de ética do partido.

Perguntado sobre o posicionamento adotado em relação aos deputados distritais tucanos, Guerra desconversou, afirmando que a discussão em questão envolve apenas a atuação no GDF. O político também evitou esboçar qualquer comentário sobre o suposto envolvimento do presidente do partido no Distrito Federal, Márcio Machado, no esquema, denunciado pelo ex-secretário de infraestrutura Durval Barbosa.

O episódio do mensalão candango também foi considerado grave pelo líder Arthur Virgílio (AM). Mas para ele, o caso ainda não é motivo para uma expulsão imediata ou pedido de impeachment de Arruda. “Expulsão sumária é muito forte”.

De acordo com Arthur Virrgílio, a executiva nacional democrata vai se posicionar em breve sobre o fato. Na legenda, os parlamentares estão divididos. No Congresso, muitos querem a saída imediata de Arruda do partido. “Confio no partido (DEM), que vai saber se colocar à altura de um bom posicionamento”, contou Virgílio.

A reunião da cúpula democrata acontece em instantes.

Um pouco mais cedo, o governador José Roberto Arruda negou estar fazendo qualquer tipo de ameaça aos políticos que, segundo ele, estariam “radicalizando” nas decisões tomadas com base nas denúncias da última semana

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