Após cinco dias, nove assembleias e várias votações, os manifestantes do “Fora Arruda” decidiram desobedecer à Justiça e ficar na Câmara Legislativa do Distrito...

Após cinco dias, nove assembleias e várias votações, os manifestantes do “Fora Arruda” decidiram desobedecer à Justiça e ficar na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Os líderes da invasão dizem que só saem quando o governador José Roberto Arruda deixar o cargo.

Uma nova negociação deve ocorrer hoje. Desde sexta, o presidente interino da Câmara, deputado distrital Cabo Patrício (PT), tem um mandado de reintegração de posse autorizado pelo Tribunal de Justiça do DF. A entrada da polícia só depende da assinatura do ofício.
Na reunião no sábado, os dois lados sequer chegaram a conversar. Cabo Patrício foi embora após ouvir dos estudantes que eles não sairão.
O petista não consegue convencer aliados de Arruda a participarem das sessões. Com esse argumento, tenta convencer os estudantes a saírem da Câmara. Mas o “Fora Arruda” acha possível manter o movimento sem atrapalhar os trabalhos.
Para a oposição, o principal beneficiado com o impasse é Arruda, com o processo de impeachment cada vez mais difícil de ser votado neste ano.

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