Alvo de investigação da Polícia Federal sobre o suposto esquema de arrecadação paralela do governador José Roberto Arruda (ex-DEM) , o contrato de R$...
Alvo de investigação da Polícia Federal sobre o suposto esquema de arrecadação paralela do governador José Roberto Arruda (ex-DEM) , o contrato de R$ 289 milhões de terceirização do ensino científico no Distrito Federal é considerado pelo sindicato dos professores um “desmonte” nos planos pedagógicos das escolas públicas. A empresa responsável, Sangari do Brasil, é citada no inquérito da Operação Caixa de Pandora e confirmou ter contratado a empresa do lobista Renato Malcotti, suspeito de ser operador financeiro de Arruda.
Foi imposição. Os laboratórios existentes foram fechados, e o Ciência em Foco foi contratado de forma açodada
Como revelou O GLOBO nesta segunda-feira, o contrato da Sangari, de R$ 289,8 milhões, sem licitação, foi questionado no Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) , que chegou a suspender os pagamentos em 2008.
– Foi imposição. Os laboratórios existentes foram fechados, e o Ciência em Foco foi contratado de forma açodada – disse Washington Dourado, do Sinpro-DF. – Enquanto uma escola de mil alunos recebe R$ 20 mil por ano para seu projeto, a Sangari recebe R$ 150 mil.
De acordo com Bianca Rinzler, diretora da Sangari, a avaliação do Ciência em Foco é positiva e causa estranheza que as críticas do Sinpro ocorram durante um escândalo político. Em nota, a Sangari negou ter feito promessa de contribuição financeira ou material a Arruda. Mas confirmou ter contratado a empresa RA Malcotti Assessoria para consultoria. A empresa pertence a Malcotti. Sua secretária informou que ele está viajando e incomunicável.
Segundo a Sangari, o vídeo no qual Malcotti aparenta dizer que “ajuda” a empresa Sangari faz referência na realidade à empresa Sanoli, já que a conversa faz referências posteriores a seu dono, o “Eduardinho”. Eles pretendem contratar perícia para dirimir dúvidas e avaliam que Malcotti se confundiu.
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