A deputada distrital Eliana Pedrosa, do DEM do DF, nasceu na época errada. Deveria ter vivido na Idade Média, quando poderia colocar seus dotes...

A deputada distrital Eliana Pedrosa, do DEM do DF, nasceu na época errada. Deveria ter vivido na Idade Média, quando poderia colocar seus dotes não a serviço de Arruda, mas da Santa Inquisição.

Inconformada com a veiculação da Dancinha do Mensalão em uma reportagem que fiz ontem para o Jornal da Band, Eliana Pedrosa mandou uma assessora muito mal educada ligar para a redação e dizer uns palavrões.

Elisa, a assistente da Torquemada candanga, falou um monte de bobagens a meu respeito ao colega que teve o infortúnio de atender seu telefonema.

Como não obteve a resposta que pretendia, a própria deputada procurou insistentemente diretores da empresa com o objetivo de solicitar que minha cabeça lhe fosse entregue em uma bandeja sangrenta.

Que coisa feia, deputada! Isso não se faz. Até porque essa técnica de infundir o terror contra jornalistas não funciona. Ninguém vai lhe entregar minha cabeça.

Em homenagem ao destempero medieval, dedico a vocês duas —  deputada e assessora — uma reedição da Dancinha do Mensalão.

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