O Caso Sean Goldman, como era previsível, voltou à estaca zero. Com o habbeas corpus concedido em favor da avó materna, a volta do...

O Caso Sean Goldman, como era previsível, voltou à estaca zero. Com o habbeas corpus concedido em favor da avó materna, a volta do garoto ao convívio com o pai americano foi novamente adiado. É uma novela cujo desfecho é sempre a protelação, obtida graças a manobras jurídicas de última hora em desfavor do pai americano.

O menino-chicana, conforme lado encomendado pela família Lins e Silva, apresenta um quadro grave de alienação parental. É disso que pretende se prevalecer a família brasileira: das consequências mais nefastas que o psiquismo de uma criança pode sofrer depois de ser abduzida pela própria mãe nos primeiros anos de sua vida.

O caso Sean Goldman manchou a imagem do País no exterior indelevelmente. É uma dessas raras situações em que os magistrados atuam sempre em favor do sequestrador, do carcereiro, da manutenção do maior cativeiro do planeta — que tem a exata dimensão do Brasil.

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