O Ministério Público do Distrito Federal concluiu investigação sobre atuação da Polícia Militar na manifestação contra o governador Arruda no dia 12 de dezembro...
O Ministério Público do Distrito Federal concluiu investigação sobre atuação da Polícia Militar na manifestação contra o governador Arruda no dia 12 de dezembro (quarta-feira). Nesta quinta-feira (17) o promotor Mauro Faria Lima escutou o comandante da operação, o coronel Silva Filho, e o comandante operacional da PM, coronel Luis Fonseca.
O promotor já havia escutado estudantes e testemunhas que presenciaram a ação da PM na ocasião. Com esses depoimentos o promotor deverá entrar com a denúncia do caso na justiça do DF, mas ainda não a uma data marcada.
Pancadaria
A pancadaria na área central de Brasília durou cerca de três horas, no dia nove de dezembro. Começou às 11h30, quando um grupo entre os 2,5 mil pessoas — segundo estimativa da PM — decidiu interditar o Eixo Monumental no sentido Rodoferroviária para protestar contra o governador Arruda e todos os envolvidos no suposto escândalo de corrupção do DF. A partir daí, a Praça do Buriti e o canteiro central da via viraram praça de guerra. Quando a cavalaria partia para cima dos manifestantes, eles corriam para o outro lado.
A tropa de choque não economizou em bombas de efeito moral e golpes de cassetete. Principalmente quando outro grupo de manifestantes começou a marchar em direção à Rodoviária do Plano Piloto. Acuados, a maioria de estudantes, eles decidiram retornar à Praça do Buriti e fechar a avenida em frente ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Esse foi o momento mais violento.
Palavra da PM
Para o chefe do Comando de Policiamento da PM, coronel Luiz Henrique Fonseca, não houve excesso de violência. “Os manifestantes quebraram o acordo e invadiram a pista, por isso houve o confronto”, justifica. Segundo ele, foram usadas apenas armas não letais para controle da massa, já que era preciso desobstruir o trânsito.
Segundo o Corpo de Bombeiros, nenhum manifestante foi atendido com ferimentos. Os hospitais também não registraram nenhum atendimento de manifestantes ou policiais feridos. Até as 14h, duas faixas da via continuavam interditadas e o trânsito lento. O congestionamento, que começava no semáforo em frente ao Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), ultrapassava o Memorial JK.
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