Está nas mãos do ministro Gilmar Mendes confirmar ou não a tradição que tem trasnformado a justiça brasileira em objeto de desconfiança e piada...

Está nas mãos do ministro Gilmar Mendes confirmar ou não a tradição que tem trasnformado a justiça brasileira em objeto de desconfiança e piada os olhos do mundo. Daqui a pouco o presidente do Supremo vai decidir se mantém o menino Sean Goldman no Brasil ou se oermite que sei pai o leve para os Estados Unidos, de onde ele foi abduzido pela mãe.

Até agora, nesse caso, a Justiça brasileira tem protagonizados vexames e justificado a desconfiança que paira sobre ela. A família do padrasto brasileiro tem conseguido adiar seguidamente o retorno da criança ao pai com a utilização das mais variadas chicanas jurídicas de que se pode lançar mão em um processo semelhante. A explicação para isso: o padrasto, que sequer vive com o garoto, é filho de uma influentíssima, bem formada e aristocrática família de advogados do Rio de Janeiro.

Não se assuste se o pai de Sean nunca mais conseguir tê-lo de volta. Até agora, o Judiciário brasileiro tem se empenhado na tarefa de legitimar a abdução — alguns chamam de sequestro –, transformando o país num enorme cárcere dessa criança.

 

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