ROGÉRIO PAGNAN, com foto de Joel Silva, da Folha Imagem As chuvas que alagaram quase toda a cidade de São Luiz do Paraitinga, cidade...
ROGÉRIO PAGNAN, com foto de Joel Silva, da Folha Imagem
As chuvas que alagaram quase toda a cidade de São Luiz do Paraitinga, cidade turística a 182 km de São Paulo, no Vale do Paraíba, varreram quase 80% dos imóveis tombados pelo Condephaat, segundo previsão da prefeitura, incluindo duas igrejas, a matriz de São Luiz de Tolosa e a capela das Mercês.
Todos os imóveis foram protegidos oficialmente por conta de seu valor histórico -a maioria dos prédios era de casarões feitos com tijolo e barro- e constituía um dos maiores conjuntos arquitetônicos tombados em território paulista.
Ao imenso prejuízo histórico somam-se ainda os danos materiais: praticamente 9.000 pessoas da cidade de 10.500 habitantes foram afetadas pelos alagamentos e ao menos 5.000 não têm como voltar para casa.
Com casas perdidas ou semidestruídas, moradores ainda enfrentam um risco adicional: o temor de saques, que tem ameaçado até os objetos religiosos que integravam o acervo das duas igrejas destruídas.
O governador José Serra (PSDB) esteve ontem na cidade e disse que o governo tentará reverter a maior parte da destruição, inclusive a do patrimônio histórico. Questionada, por telefone, pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Alckmin, sobre o que precisava, a prefeita Ana Lúcia Bilard Sicherle (PSDB) respondeu: “De uma cidade”.
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