Já está tudo combinado. O governo vai novamente negar quórum às CPIs das ONGs e da PETROBRAS. A ordem partiu do gabinete do líder...

Já está tudo combinado. O governo vai novamente negar quórum às CPIs das ONGs e da PETROBRAS. A ordem partiu do gabinete do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL). A justificativa é a ausência previsível do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que se recupera de uma cirurgia de redução do estômago em São Paulo.

Heráclito é o presidente da CPI das ONGs. Até o mês passado, por acordo, o senador Inácio Arruda (PC do B-CE) era o relator. Nomeado como mebro titular para a investigação da PETROBRAS, teve que ir para a suplência e perdeu a relatoria por algumas horas. Espertamente, Heráclito nomeou o líder do PSDB, Artur Virgílio (AM), para o cargo. Agora o governo utiliza a quebra do acordo para postergar o início dos trabalhos da CPI da PETROBRAS.

A tese é a mesma da semana passada: até que a bancada governista recupere a relatoria da CPI das ONGs, os senadores do bloco majoritário (governistas) não vão aparecer para a instalação da CPI da PETROBRAS. A sessão sequer está marcada. Na última quinta-feira Paulo Duque (PMDB-RJ), que presidente interinamente a comissão por ser o mais velho dos senadores que a integram, anunciou que só vai agendar a próxima reunião quando houver acordo entre governo e oposição para instalá-la.

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