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Folha de S. Paulo

Manchete: Gasolina terá menos álcool para segurar alta de preço

Medida valerá durante entressafra da cana; veículos devem poluir mais 

O governo decidiu reduzir, de 25% para 20% a proporção de álcool misturado à gasolina. O objetivo é aumentar a quantidade do combustível renovável no mercado e, com isso, tentar conter a alta do preço nos postos, em razão da entressafra da cana-de-açúcar. A medida entra em vigor em 1° de fevereiro e valerá por 90 dias, até o início da safra.

O álcool combustível produzido nas usinas tem dois destinos: o anidro (sem água) é misturado à gasolina, e o hidratado é vendido nos postos para abastecer principalmente carros flex. 

Com a medida, o álcool anidro que deixar de ser aproveitado na gasolina será transformado em hidratado, o que aumenta a oferta e, em tese, ajuda a frear a alta de preços. Para o mercado, porém, a decisão do governo deve encarecer a gasolina – e os carros que a utilizam, com menos álcool na mistura, emitirão mais poluentes.

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que a expectativa do governo é que o preço da gasolina seja reduzido. Técnicos do seu ministério, no entanto, preveem que ela fique 2% mais cara. (págs. 1 e B1)

Após críticas, Planalto recua de defesa do aborto em plano

Depois da reação da Igreja Católica, o presidente Lula mandou rever o trecho pró-aborto no decreto do Plano Nacional de Direitos Humanos, alegando que ele não traduz a posição do governo.

Pela nova redação, o texto deverá fazer uma defesa genérica do aborto, no contexto de saúde pública – para salvar a vida da mãe, por exemplo. Também haverá alterações na parte que trata da violação de direitos humanos na ditadura. (págs. 1 e A4) 

Carlos Heitor Cony: Militares têm de pedir desculpas e admitir seus erros 

O Estado, para o bem da nação, precisa abrir os porões do regime militar. Vivemos um tempo em que é banal pedir desculpas públicas. A melhor forma de os militares pedirem perdão à sociedade é admitirem os erros do passado e garantirem que a distorção profissional não mais se repetirá. (págs. 1 e A2)

Cai o custo da cesta básica em 16 de 17 capitais

Pesquisa do Dieese apontou recuo no preço da cesta básica no ano passado em 16 de 17 capitais brasileiras investigadas. João Pessoa teve a maior queda (14,92%) e Belém, a única alta (2,65%). A maior procura por insumos e as perdas causadas pela chuva devem aumentar preços neste ano. (págs. 1 e B3)

Juíza posterga decisão sobre presidente do BC argentino

A juíza argentina Maria José Sarmiento reclassificou como ordinárias as medidas cautelares que anulam dois decretos presidenciais – o que cria um fundo com reservas do Banco Central para pagar a dívida externa e o que exonera o presidente do BC, Martín Redrado, por não cumprir a ordem. 

A decisão, que atende pedido da oposição à presidente Cristina Kirchner, mantém Redrado no cargo até a próxima semana. (págs. 1 e A10)

Heineken compra por US$ 8 bi dona da marca Kaiser

A Heineken anunciou a compra da divisão de cervejas da mexicana Femsa por US$ 7,7 bilhões, incluindo dívidas de US$ 2,1 bilhões. 

No Brasil, a Femsa é dona das marcas Kaiser e Bavaria, entre outras. A entrada da Heineken não deve interferir na liderança da AmBev (70% do mercado). (págs. 1 e B5)

 

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