A inauguração do Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, virou um ato de campanha da pré-candidata do PT à Presidência,...

A inauguração do Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, virou um ato de campanha da pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com a presença de cinco ministros. A obra de R$ 40 milhões, no entanto, foi bancada exclusivamente pelo governo do Estado do Rio. Organizada pelo governador Sérgio Cabral e políticos da Baixada Fluminense, a festa teve bandeiras do PT e do PDT, dezenas de faixas de agradecimento e até carros de som pedindo voto para a ministra. Enquanto isso, em Copacabana, a diretora de Gás e Energia da Petrobras fez elogios a Dilma em evento da estatal. (págs. 1 e 3)

Ministério Público fecha cerco contra Joaquim Roriz

O ex-governador Joaquim Roriz (PSC), que tentará voltar ao poder nas eleições deste ano para o governo do Distrito Federal, vai ter que prestar contas à Justiça. O Ministério Público está concluindo o texto de uma ação de improbidade administrativa contra ele, acusando-o de receber propina. O ex-governador também será arrastado para o centro das investigações da Operação Caixa de Pandora. O Ministério Público começou a tomar depoimentos para provar vínculos entre Roriz e o mensalão do DEM, que levou para a prisão o governador José Roberto Arruda. (págs. 1 e 4)

Diretor do FMI: periferia morena virou credora

O diretor executivo do FMI para o Brasil e outros oito países, Paulo Nogueira Batista Jr., disse que a crise global fez a instituição rever suas doutrinas, ressaltando que o Fundo hoje é gerido de forma obsoleta. Segundo ele, “hoje (quem precisa do FMI) são os brancos de olhos azuis, europeus. A periferia morena, mulata, amarela, virou credora”. No pós-crise, o Fundo já admite rever, por exemplo, ideias antes rejeitadas, como controle de capital externo e metas de inflação maiores. Para economistas, o FMl terá que dar mais peso aos países emergentes. (págs. 1 e 27)

Charge Chico: Entreouvido no coletivo eleitoral (3)
– Cavalheiro, esse lugar é meu…

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