A quarta-feira foi mais um dia frustrante para as equipes de buscas. Destroços foram resgatados e “despojos” foram avistados na área do acidente com...

A quarta-feira foi mais um dia frustrante para as equipes de buscas. Destroços foram resgatados e “despojos” foram avistados na área do acidente com o Airbus da Air France. A palavra foi utilizada pela primeira vez numa nota oficial da FAB. Revela a dificuldade que os militares estão tendo em decifrar os restos mortais que encontram sobre as águas do Atlântico.

Vinte dias já se passaram desde que o avião mergulhou próximo às ilhas São Pedro e São Paulo. É um milagre que ainda estejam localizando vestígios dos passageiros. A identidicação, tão importante para as famílias, vai ficar cada hora mais complicada. Segundo peritos do IML de Brasília, o DNA se degenera tanto quanto os tecidos humanos.

A partir de agora, a FAB e a Marinha têm como foco a busca dos destroços remanescentes do acidente. Não é uma missão menos nobre. Nos pedaços de plástico e metal encontrados no oceano está a chave para se entender o que derrubou a aeronave. Se for bem sucedida, a tarefa vai poupar milhares de vidas no futuro.

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