Ao menos três jornalistas que trabalham para veículos de comunicação privados tiveram seus nomes identificados na relação de atos suplementares do Senado. Dois deles...

Ao menos três jornalistas que trabalham para veículos de comunicação privados tiveram seus nomes identificados na relação de atos suplementares do Senado. Dois deles foram nomeados por atos secretos e pelo menos um continua recebendo sem prestar nenhum tipo de serviço.

Um desses jornalistas, um fotógrafo nacionalmente conhecido, está “lotado” no Conselho Editorial do Senado. Não há registro de que tenha participado de uma reunião sequer desse conselho ou prestado qualquer tipo de serviço ao órgão. O salário está ao redor de R$ 10 mil. As outras duas foram nomeadas para os gabinentes dos senadores mineiros Eduardo Azeredo e Hélio Costa, atual ministro das Comunicações. Ambas trabalham como correspondentes de uma rede de rádio mineira. A relação, nesse caso, parece beneficar mais a empresa, que se valeria dos favores desses políticos para “complementar salários” de sua equipe, do que as jornalistas.

A omissão dos nomes desses profissionais acontece porque ainda não foi possível contatá-los para que esclareçam as nomeações. A divulgação será feita assim que eles tiverem a oportunidade de explicar a natureza do serviço que prestam aos senadores mencionados e ao Conselho Editorial do Senado.

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