A notícia de que agora qualquer pessoa pode ser jornalista trouxe indignação aos diplomados que estudaram tantos anos para se especializar na área. Abaixo,...

A notícia de que agora qualquer pessoa pode ser jornalista trouxe indignação aos diplomados que estudaram tantos anos para se especializar na área.

Abaixo, você pode conferir uma historinha contada por quem sofreu diretamente com a decisão do Supremo Tribunal Federal, na última semana.

O material é apócrifo. Agradecemos ao autor antecipadamente.

 

Para que o diploma?

O ministro Gilmar Mendes janta em um dos melhores restaurantes de Brasília, lhe servem uma comida estragada.

Quando chega em casa o ministro sente-se mal, vai ao hospital. Chegando lá, sem lhe perguntarem o que está sentindo, amputam-lhe uma perna. Revoltado, o ministro volta para casa e convoca a imprensa. Apenas um jornalista vai à casa do ministro conversar com ele, vê que vive em uma suntuosa mansão, percebe que a mulher do ministro, que é muito linda, tem um caso com o motorista, que o ministro tem obras de arte, carros importados que fazem jus ao seu cansativo trabalho no Supremo de julgar as causas de todo o Brasil.

O repórter, no entanto, não dá a mínima atenção para a perna amputada do ministro, para a comida estragada ou para a história que o ministro tenta contar. Mais revoltado ainda, o ministro liga para um advogado e pede para entrar com uma ação contra o jornalista, o médico e o cozinheiro. A ação foi dentro de todos os parâmetros que a Justiça exige. Ao avaliar o mérito da questão o juiz não dá ganho de causa para o ministro, pois o cozinheiro que lhe fez a refeição estragada era advogado, o médico que lhe atendeu era açougueiro, o jornalista que foi à sua casa era um chefe de cozinha, o advogado que fez a ação era um jornalista e o juiz que julgou o mérito chama-se Marco Aurélio Mello.

De um jornalista com diploma

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