“Scientists are concerned about possible changes that could take place as the virus spreads to the southern hemisphere and encounters currently circulating human viruses...

“Scientists are concerned about possible changes that could take place as the virus spreads to the southern hemisphere and encounters currently circulating human viruses as the normal influenza season in that hemisphere begins.”

 

A frase acima foi transcrita do último relatório de prognósticos divulgado pela OMS. E expressa a preocupação dos cientistas com a disseminação do virus no Hemisfério Sul, que estará vivendo nas próximas semanas o início da temporada de gripes normais por causa da chegada do inverno.

Outra preocupação é com o potencial de infecção do virus H5N1, da gripe aviária. Ele já foi um fantasma no ano passado, mas se mostrou incapaz de produzir uma infecção de caráter pandêmico, como se temia. No entanto, os estudiosos afirmam que a ameaça continua pairando, uma vez que a doença está estabelecida entre as aves em todo o planeta.

A OMS também admite que uma doença pode afetar povos diferentes de diferentes maneiras. E que só vai ser possível saber qual é o verdadeiro potencial ofensivo do virus H1N1 à medida em que a epidemia vá se espalhando.

Fica a pergunta: qual será o perfil da doença entre nós, brasilerios, que ainda não temos amostras suficientes para compor um padrão estatístico? Temo o que pode acontecer nos nossos hospitais. Outro dia minha filha mais velha foi picada por uma aranha armadeira marrom. Foi levada ao HRAN, o segundo maior hospital do Distrito Federal. Só foi atendida depois de nove horas de espera. Imagine o que acontecerá quando centenas de milhares de pessoas com sintomas do virus começarem a chegar à emergência de instituições que são comprovadamente ineficientes como a rede pública de saúde de Brasília.

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