O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, apresentou esta tarde ao Conselho de Ética da Casa uma denúncia envolvendo o presidente José Sarney. O...

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio, apresentou esta tarde ao Conselho de Ética da Casa uma denúncia envolvendo o presidente José Sarney.

O pedido é pessoal, mas o parlamentar espera também a cooperação do partido para representar contra o político. “Esse é um pedido que eu estou fazendo. Espero que isso vire uma representação do PSDB e que não fique só com o PSOL”, declara ao falar da decisão da outra legenda, que deve acontecer nos próximos dias.

No documento, Virgílio exige uma investigação sobre a possível responsabilidade do presidente do Senado em casos envolvendo a nomeação de parentes e apadrinhados através de atos secretos, além da participação do neto, José Adriano Sarney, em intermediação de empréstimos com desconto a servidores da Casa.

Durante discurso em plenário, o tucano divulgou que apresentou requerimento pedindo o recadastramento de servidores concursados, comissionados e terceirizados. Virgílio pediu também a devolução, por parte da Mesa Diretora, dos funcionários que trabalham no Senado aos órgãos de origem.

No começo da tarde, o parlamentar afirmou que “senador que tem medo de ter o passado exposto é senador que não tem ética”, e se defendeu de denúncias publicadas pela Revista Isto É desta semana.

Em discurso acalorado, o líder do PSDB atacou o ex-diretor geral do Senado, Agaciel Maia, e o associou ao “Hitler da história do país”, uma espécie de “corrupto neomoderno”, que tem seguidores. “Quem anda com ele (Agaciel), se mete com ele e gosta dele não presta”, disse ao questionar quem “são os senadores que apadrinhavam este homem”. “Quero uma investigação dura de todos os primeiros secretários e presidentes que passaram pela Casa durante a gestão Agaciel Maia”, reiterou.

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