TIM volta a investir na AL e foca o BrasilA Telecom Italia, que havia reduzido suas operações na América Latina, resolveu voltar a investir...

TIM volta a investir na AL e foca o Brasil
A Telecom Italia, que havia reduzido suas operações na América Latina, resolveu voltar a investir nesse mercado e escolheu a América do Sul como região estratégica para sua expansão. O executivo-chefe da empresa, Franco Bernabé, disse ao Valor que a plataforma para a expansão será a TIM Brasil, por causa do sucesso de operação dessa subsidiária, que teve receita de € 1,39 bilhão no primeiro trimestre, com crescimento de 31,2% em relação a igual período de 2009. Foi o melhor desempenho nos resultados do grupo nesse trimestre.
A diferença entre os resultados da TIM no Brasil e na Itália diminuem rapidamente. No primeiro trimestre de 2009, o valor faturado no mercado brasileiro era 51,5% do obtido pela TIM em seu país de origem. No primeiro trimestre de 2010, o índice já é de 73%. Segundo Bernabé, isso encoraja a controladora a apostar na subsidiária brasileira como seu motor de expansão na América do Sul. (Págs. 1 e B3)

Novo Mercado pode ter regra europeia

As 110 companhias do Novo Mercado decidirão no prazo de um mês se o Brasil terá normas semelhantes às recomendadas pela União Europeia para proteção ao investidor em casos de troca de controle de empresas. A BM&FBovespa concluiu na semana passada a proposta final do seu conselho de administração para a mais profunda reforma do Novo Mercado desde sua criação, em 2000, mas a decisão sobre o que será adotado ou não depende das empresas. A principal proposta é que as companhias de capital pulverizado, com mais de 50% das ações dispersas na bolsa, adotem norma obrigando aquele que comprar 30% do capital a realizar uma oferta pública a todos os demais acionistas. A adoção dessa regra, inspirada na diretiva europeia, é incentivada pela CVM. (Págs. 1 e B3)

Líderes europeus perdem popularidade por causa da crise e economia fraca (Págs. 1 e A11)

Divórcio de US$ 5,8 bi ameaça fortuna do magnata Ribolovlev A(Págs. 1 e A10)

Atraso nos caças
A definição sobre a compra dos caças pelo governo brasileiro poderá ficar para a próxima administração. O parecer técnico da Aeronáutica continua sob análise no Ministério da Defesa. (Págs. 1 e A2)

Energia dos ventos
Marcado para 18 e 19 de agosto, o segundo leilão de fontes alternativas de energia deverá confirmar o Nordeste como o principal polo de fabricação de equipamentos voltados à produção de energia eólica. (Págs. 1 e B1)

Expansão de calçados
Com 500 pontos de venda, a marca de calçados femininos Pulo do Gato pretende abrir 20 unidades no primeiro semestre de 2011. Em 2009, a empresa faturou R$ 25 milhões. (Págs. 1 e B5)

Críticas à Argentina
As principais potências comerciais atacaram ontem a Argentina por barreiras na importação de produtos alimentícios em comitê da OMC que normalmente antecipa futuras disputas entre parceiros. (Págs. 1 e B11)

Carne para os EUA
O diretor do departamento de inspeção de produtos de origem animal do Ministério da Agricultura, Nelmon Oliveira da Costa, negocia o fim da proibição das exportações de carne bovina industrializada ao mercado americano. (Págs. 1 e B11)

Bancos mais capitalizados
UBS e Credit Suisse, os dois grandes bancos suíços, terão de levantar entre US$ 65 bilhões e US$ 130 bilhões de capital adicional nos próximos anos, segundo nova regulamentação do país. (Págs. 1 e C1)

Bancarização latino-americana
A concentração bancária fez bem à América Latina e suas economias estão prontas para avançar na bancarização, segundo o presidente da divisão América do Santander, Francisco Luzón. (Págs. 1 e C3)

Renda extra com ações
O aluguel das ações pode ser uma alternativa para os investidores com uma carteira de renda variável. Contratos registrados em junho indicam taxas que variam de 0,4% até 35% ao ano. (Págs. 1 e D1)

Ideias
Antonio Delfim Netto
É aterradora a verdadeira orgia de despesas recentemente criadas sob pressão do processo eleitoral que assola o Congresso. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Claudio J. D. Sales
Há seis anos, às vésperas do inverno, a Argentina recorre ao Brasil para garantir seu fornecimento de energia. (Págs. 1 e A12)

Comentários


Sem comentários ainda.

Comente!

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *