Foto legenda: O arroz da DreyfusForte nos negócios com suco de laranja, grãos e cana no país, a Louis Dreyfus aposta agora também no...

Foto legenda: O arroz da Dreyfus
Forte nos negócios com suco de laranja, grãos e cana no país, a Louis Dreyfus aposta agora também no arroz brasileiro, que passará a exportar, diz seu presidente, Kenneth Geld. (Págs. 1 e B10)

Gas Natural Fenosa investe R$ 1 bi no país
A empresa espanhola Gas Natural Fenosa poderá integrar seus ativos no mercado brasileiro em uma holding, a Gas Natural Fenosa Brasil, que pode ser um passo para uma eventual abertura de capital. Hoje o grupo participa das distribuidoras de gás que controla no Rio e em São Paulo diretamente via matriz e por meio da Gas Natural Internacional. A integração das participações do grupo no Brasil em uma holding deve significar vantagens na hora de contratar empréstimos ou de emitir bônus.
No plano de negócios do grupo para 2010-2014, o investimento nas concessionárias controladas – CEG, CEG Rio e Gas Natural São Paulo Sul – será de R$ 1 bilhão. “Esse é o piso, mas pode ser mais”, diz Sérgio Aranda, diretor para América Latina. O maior crescimento no mercado brasileiro deve vir de novos projetos, que incluem os setores de distribuição de gás natural e de geração de energia elétrica. (Págs. 1 e B5)

A mirabolante quebra do sigilo bancário suíço
Os e-mails anônimos tinham um assunto irresistível: “Evasão fiscal, lista de clientes disponível.”

As mensagens, enviadas há dois anos para autoridades fiscais por toda a Europa, faziam uma afirmação audaciosa: o remetente poderia fornecer uma longa lista de clientes de um private bank na Suíça, além de acesso aos sistemas de computadores dele.
Os e-mails partiram dos computadores de Hervé Falciani e Georgina Mikhael, dois funcionários do HSBC Holdings PLC, dizem pessoas a par do assunto. Cópias de dados do HSBC acabaram nas mãos de autoridades fiscais francesas, que as estão utilizando para perseguir supostos sonegadores de impostos que têm dinheiro guardado na Suíça. As cópias incluem nomes e detalhes das contas bancárias de milhares de clientes de 180 países. A Suíça se opõe vigorosamente ao uso delas por autoridades estrangeiras para perseguir infratores fiscais. Agora é o governo francês que está prometendo entregar os dados a outros governos que queiram encontrar sonegadores. (Págs. 1 e A12)

Instabilidade faz banco menor virar pechincha
A escalada da aversão ao risco está afetando diretamente as ações dos bancos brasileiros, sobretudo as dos pequenos e médios, o que abre oportunidades para o investidor. O potencial de valorização para algumas instituições fica na casa dos 40% para os próximos 12 meses, enquanto o dos grandes bancos é de 28%, em média, estimam analistas. Dados os bons fundamentos dos bancos, os papéis podem ser interessantes, apesar de sujeitos a oscilações. (Págs. 1, D1 e D2)

Empresas japonesas voltam seus olhos para os pobres dos países emergentes (Págs. 1 e B7)

FMI alerta para risco de os EUA entrarem de novo em recessão (Págs. 1 e A9)

Crescimento sem inflação
A maior expansão do investimento em relação ao consumo das famílias sinaliza avanço do PIB sem risco significativo de pressão de preços. A conclusão é da CNI a partir dos dados do primeiro semestre. (Págs. 1 e A2)

Grande marcha ao Oeste chinês
O governo chinês está colocando em prática uma nova série de medidas para desenvolver a pobre região Oeste do país, numa estratégia que chama de “Grande Exploração do Oeste”. (Págs. 1 e A9)

Investimento em São Paulo
A indiana Infosys, especializada em prestação de serviços de tecnologia da informação, vai ampliar suas operações no Brasil. Puneet Gill disse que a companhia está avaliando algumas localidades para a instalação de base em São Paulo. (Págs. 1 e B1)

Pesquisa médica no Brasil
A CellPraxis, voltada ao desenvolvimento de pesquisas na área de terapia celular, em parceria com a Unifesp, finaliza estudos de um novo medicamento para tratar de uma doença cardíaca. (Págs. 1 e B2)

Daslu em recuperação judicial
A Daslu, da empresária Eliana Tranchesi, entrou com pedido de recuperação judicial. A dívida é de R$ 80 milhões e envolve cerca de 200 credores. (Págs. 1 e B3)

Compras em Paris
O volume de compras “tax free” (isento de impostos) por turistas brasileiros cresceu quase 60% na França nos cinco primeiros meses deste ano. Turistas de outros países emergentes também gastaram mais. (Págs. 1 e B3)

Mais transporte de cargas
A FedEx ampliou em quase 37% sua capacidade de transporte de cargas a partir do Brasil, com o início das operações de uma MD11, que tem capacidade de transporte de 87,5 toneladas. (Págs. 1 e B4)

Soja na Amazônia
Três anos após a assinatura da moratória da soja na Amazônia, representantes do pacto nacional detectaram 76 novos focos de plantio na safra 2009/10. Na safra anterior, de 2008/09, foram 12. (Págs. 1 e B10)

Corretora Itaú em expansão
A Itaú Corretora pode ir a mercado para comprar outras corretoras no Brasil, disse Jean Sigrist, responsável pela área de pessoa física. De janeiro a junho, a corretora negociou R$ 98 bilhões em ações. (Págs. 1 e C2)

Cingapura investe no Brasil
A Temasek, companhia de investimentos do governo de Cingapura, anunciou que está interessada em ampliar sua presença no Brasil e no resto da América Latina, em setores como finanças e agricultura. (Págs. 1 e C3)

Ideias
José Roberto Campos
Governo Lula não deveria iniciar seu maior projeto, o caríssimo trem-bala, a seis meses do seu fim. (Págs. 1 e A2)

Ideias
Cláudio Gonçalves Couto
Seria bem-vinda a reforma da lei que livrasse o país de normas eleitorais que institucionalizam o fingimento. (Págs. 1 e A5)

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