Serra enfrenta PT e defende privatizações da era FHC Estratégia tucana é mostrar que governo Lula não desfez a venda de estatais e que...

Serra enfrenta PT e defende privatizações da era FHC
Estratégia tucana é mostrar que governo Lula não desfez a venda de estatais e que ela foi boa para o país

No dia seguinte ao anúncio de integrantes da campanha petista de que vão usar as privatizações para atacar a candidatura tucana, o presidenciável do PSDB, José Serra, defendeu as medidas tomadas na gestão de Fernando Henrique Cardoso. “Eles poderiam refazer as privatizações, mas não refizeram. Não venham com trololó de factoide dessa maneira. Isso não vão levar”, afirmou. Em encontro com líderes do PSDB e de partidos aliados para dar largada a campanha para o segundo turno, Serra adotou tom de confronto com o PT. “Eles falam em privatização. 0 governo Lula continuou a privatizar”, disse o tucano, citando a venda de dois bancos estaduais. A orientação é defender as privatizações, dizendo que foram boas para o país, e provocar Dilma Rousseff (PT) sobre o assunto, como resumiu o deputado tucano Jutahy Junior (BA): “Vamos jogar para ela essa questão: vai reestatizar a Vale, a Embraer?”. (Págs. 1 e Nacional A4)

Polêmica sobre aborto é ‘calhordice’, diz Ciro
Convidado a ser um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff (PT), o deputado Ciro Gomes (PSB) considera uma “calhordice” a mistificação em torno do debate do aborto. Ciro diz não guardar mágoa por ter sido preterido da corrida presidencial, mas admite que a mudança de seu domicílio eleitoral do Ceará para São Paulo foi o “maior erro” que cometeu na vida. (Págs. 1 e Nacional A8)

Foto legenda: Tucanos. Serra, Sérgio Guerra e Aécio Neves em encontro em Brasília. (Pág. 1)


Nova medida tenta conter a queda do dólar
Um dia após a elevação de 2% para 4% do Imposto sobre Operações Financeiras para aplicações de estrangeiros em renda fixa, o Conselho Monetário Nacional editou medida que abre espaço para o Tesouro comprar quase US$ 11 bilhões no mercado de câmbio. O objetivo é conter a queda do dó1ar. Ontem, investidores estrangeiros apostaram no mercado futuro de câmbio da BM&FBovespa. 0 dó1ar fechou a R$ 1,68 alta de 0,60%. (Págs. 1 e Economia Bl e B3)

US$ 16,7 bi entraram no País em setembro

Valor foi o maior da série iniciada em 1982. Com juro alto e mercado acionário atrativo, entrada de dó1ares deve continuar, prevê mercado. (Págs. 1 e Economia B4)

Nobel premia produção de moléculas
Um método capaz de produzir moléculas orgânicas complexas rendeu o Prêmio Nobel de Química para o cientista americano Richard Heck e os japoneses Ei-ichi Negishi e Akira Suzuki. A técnica já é usada para fins tão diferentes quanto produção de remédios e síntese de plásticos. “Eles descobriram o cálice sagrado da Química Orgânica”, afirma Adelino Vieira de Godoy Neto, pesquisador da Unesp. (Págs. 1 e Vida A30)

Foto legenda: Taleban ataca comboio da Otan no Paquistão
A ação atingiu 25 caminhões-tanque; a frota estava impedida de seguir para o Afeganistão por represália do Paquistão a ataque da Otan que matou dois paquistaneses. (Págs. 1 e Internacional A28)

SP explora mais crianças em estradas
Levantamento da Polícia Rodoviária Federal divulgado ontem apontou a existência de 1.820 focos onde crianças são exploradas sexualmente ao longo dos 66 mil km da malha rodoviária federal. 0 pior índice foi registrado em São Paulo. (Págs. 1 e Cidades C3)

Valor de ações da Petrobras despenca
As ações da Petrobras caíram 4% ontem na Bovespa, perdendo todo o ganho obtido após a capitalização. A queda reflete urna série de relatórios de bancos com avaliações negativas a respeito do desempenho dos papeis, alguns deles emitidos por bancos que participaram da venda de novas ações. No fechamento, as ações valiam ontem menos do que o que foi pago pelos investidores na capitalização. 0 movimento causou perplexidade no mercado. (Págs. 1 e Economia B7)

Após rebelião, Equador prende 46 policiais (Págs. 1 e Internacional A25)

Romeu Tuma recebe coração artificial (págs. 1 e Direto da Fonte, D2)

Dora Kramer: Mano a mano
No 2º turno conta menos a propaganda e mais a estratégia. Ou seja, política, o que faltou no 1º turno. (Págs. 1 e Nacional A8)

Celso Ming: Moeda como arma
A profusão monetária vinda dos países ricos afeta o câmbio dos emergentes, inclusive o Brasil. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações
O chefe se exime

No íntimo, Lula há de saber que a truculência o situou na contramão da sua absoluta prioridade – eleger Dilma. Em público; porém, prevalece a lei de que o chefe jamais erra. (Págs. 1 e A3)

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