Crise do dólar mudará discurso de candidatos Dilma Rousseff e José Serra, que pretendem comandar a Presidência da República, têm evitado tratar de temas...

Crise do dólar mudará discurso de candidatos
Dilma Rousseff e José Serra, que pretendem comandar a Presidência da República, têm evitado tratar de temas relevantes – mas espinhosos – para a manutenção do equilíbrio da economia, como câmbio, juros, Previdência, responsabilidade fiscal e funcionalismo público. Mas eles não podem mais fugir do debate: a supervalorização do real frente à moeda norte-americana, por exemplo, está pondo em risco a indústria nacional, pois os produtos brasileiros perdem cada vez mais competitividade. Como as consequências explodirão no colo do próximo presidente, os dois candidatos, aos poucos, começam a se manifestar sobre o tema. O derretimento do dólar já mobiliza lideranças globais, que reconhecem a existência de uma guerra cambial no mundo. (págs. 1, 14, 15, 17 e 19)

Quem gastou mais em campanha levou vantagem (págs. 1 e 2)

Aborto é problema de saúde pública
A curetagem, procedimento que exige anestesistas, é hoje a cirurgia mais realizada pelo SUS. São mais de 500 por dia. A maioria das mulheres recorre aos hospitais depois de uma tentativa malsucedida de interromper a gravidez. Por isso, para especialistas, candidatos à Presidência deveriam parar de fazer do tema uma moeda de troca com as religiões e discuti-lo seriamente. (págs. 1 e 12)

Armas contra superbactéria
Apesar de afirmar que o risco de contaminação nos hospitais públicos é mínimo, governo do DF cria grupo para agilizar liberação de recurso e de pessoal e evitar propagação do micro-organismo que já matou 18 pacientes. (págs. 1 e 33)

Foto-legenda: Terremoto
Uma cidade com medo

Moradores de Mara Rosa, município goiano onde o abalo sísmico teve origem, relatam os momentos de pânico. Pessoas passaram mal e casas racharam, como a de Teresa Barbosa. (págs. 1 e 34)

De olho na chave do metabolismo
O número de brasileiras com problemas de tireoide é crescente. O mal, muitas vezes, está associado ao consumo de alimentos industrializados e ao sedentarismo. (págs. 1 e 12 a 15)

Sem barreiras para quem quer aprender
Ensino a distância diversifica a oferta de cursos, torna-se mais acessível e amplia a inserção de mão de obra no mercado. Só no ano passado, 2,9 milhões de pessoas recorreram ao estudo on-line. (Capa e págs. 1 e 2)

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