O número de brasileiros cujos nomes foram incluídos no index Dispersão Vermelha, da Interpol, nunca foi tão grande. Hoje há 97 pessoas com nomes...

O número de brasileiros cujos nomes foram incluídos no index Dispersão Vermelha, da Interpol, nunca foi tão grande. Hoje há 97 pessoas com nomes e fotografias expostos na página da organização policial, que pode ser acessada aqui.

Entre os brasileiros procurados internacionalmente há políticos famoso como Paulo Maluf, milionário como o filho dele, Fávio Maluf, estelionatários como Antônio Clem, cuja quadrilha de traficantes internacionais de trabalhadores censurou este Blog no ano passado, e também 12 mulheres.

Um ano atrás, a mesma relação continha os nomes de apenas 38 foragidos internacionais, entre os quais quatro mulheres. A maior parte das ordens de captura contra elas tem como justificativa a prática de crimes de natureza sexual ou envolvimento com o tráfico de drogas.

Já entre os 85 homens, há anotações de todo tipo de delito — desde fraude, roubo e conspiração, caso da família Maluf, até crimes de morte.

Um dos casos mais emblemáticos é o de Cláudia Hoerig, que assassinou o marido no norte do EUA e se encontra protegida no Brasil, onde não há qualquer tipo de ação contra ela. O Ministério Público americano sustenta que Cláudia, que tem dupla nacionalidade, é cidadã americana e deve ser jugada de acordo com as leis daquele país.

Ela adquiriu a cidadania americana ao se casar com um médico de Nova Iorque, que a acusa de ter furtado dinheiro antes de se mudar para Ohio, conhecer Karl Hoerig e se casar com ele oito meses antes do crime.

O caso suscitou uma batalha diplomática e ainda hoje mobiliza a opinião pública na pequena Newton Falls, em Ohio, onde a família de Karl Hoerig, o ex-marido assassinado por Cláudia, ainda espera que ela seja capturada e levada à corte local.

Comentários


Sem comentários ainda.

Comente!

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *