Marina e PV anunciam ‘independência’ no 2º turno Partido não apoiará formalmente nenhum dos candidatos, mas integrantes da legenda podem fazer campanha Em carta...

Marina e PV anunciam ‘independência’ no 2º turno
Partido não apoiará formalmente nenhum dos candidatos, mas integrantes da legenda podem fazer campanha

Em carta aberta aos candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), a senadora Marina Silva (PV) declarou “independência” no segundo turno das eleições. O PV acompanhou a decisão e não apoiará formalmente nenhum candidato. Na prática, os filiados ao PV não estão proibidos de fazer campanha para nenhum dos candidatos, desde que não portem símbolos do partido em eventos públicos. Ontem, Marina fez duras críticas ao PT e ao PSDB pelo tom da campanha no segundo turno. Ela classificou as duas legendas como “fiadores do conservadorismo renitente” – o apoio estava condicionado à convergência de programas de governo. Dos 92 membros do PV presentes à plenária, apenas quatro votaram pelo apoio explícito a Serra ou a Dilma. (Págs. 1 e Nacional A4)

Itamar quer ‘oposição autêntica’ contra o PT
Senador eleito, o ex-presidente Itamar Franco (PPS-MG) diz que as rusgas com Fernando Henrique Cardoso e o PSDB foram deixadas para trás. “Minas pode indicar a virada necessária para o Serra ganhar as eleições. Agora, ele precisa tocar os corações mineiros. Aí vem o problema político”, afirma. Para Itamar, a oposição precisa se contrapor ao governo Lula. (Págs. 1 e Nacional A9)

PF apreende material com críticas a Dilma e logo da CNBB
A Polícia Federal apreendeu 1,1 milhão de panfletos contrários à candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, numa gráfica na zona sul de São Paulo. Com forte veto à descriminalização do aborto, os panfletos traziam logotipo da CNBB e eram idênticos aos distribuídos na missa de 12 de outubro em Aparecida. O material teria sido encomendado por assessor do bispo de Guarulhos, d. Luiz G. Bergonzi. (Págs. 1 e Nacional A6)

Sem impacto na economia, União cria seis estatais
Em oito anos, o presidente Lula criou seis estatais, mas elas não tiveram impacto na economia. Duas são fábricas de hemoderivados e de chips – e estão atrasadas. Com recursos de R$ 900 milhões, elas só começam a produzir no próximo governo. O Banco Popular do Brasil nem existe mais. Há ainda mais duas empresas que aguardam na fila para serem criadas. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

A corrida do minério no Brasil
Com a escalada do preço da commodity, setor atrai interesse de chineses, japoneses e americanos, entre outros. Até 2014, investimentos devem chegar a US$ 39 bilhões. (Pág. 1)

Protesto marca reencontro de mineiros no local do acidente
Alguns dos 33 mineiros que passaram 70 dias presos em mina no Deserto do Atacama voltaram ontem, ao local da tragédia para uma missa de ação de graças. A cerimônia também foi marcada pela revolta de 368 trabalhadores da empresa San Esteban, que protestaram contra o não pagamento de salários, além de indenizações e outros direitos trabalhistas pendentes desde que a empresa foi fechada por decisão da Justiça. (Págs. 1 e Internacional A12)

China quer crescer com qualidade nos próximos 5 anos
Mais qualidade e menos quantidade. Esse deve ser o mote da nova política de crescimento ditada por Pequim, informa a correspondente Cláudia Trevisan. (Págs. 1 e Economia B10)

Ônibus da Apae cai de ponte e mata 11 em Minas
O acidente, que deixou 22 feridos, ocorreu na ponte sobre o rio Araçuaí, em Carbonita (MG). O motorista tentou ultrapassar outro ônibus e perdeu a direção. (Págs. 1 e Cidades C5)

Estudo aponta como tratar pacientes com infecção (Págs. 1 e Vida A18)

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