Da Agência Ansa O presidente do Chile, Sebastián Piñera, presenteará a rainha da Inglaterra, Elizabeth 2ª, e o primeiro-ministro do país, David Cameron, com...

Da Agência Ansa

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, presenteará a rainha da Inglaterra, Elizabeth 2ª, e o primeiro-ministro do país, David Cameron, com fragmentos de rochas provenientes da mina San José, de onde foram resgatados os 33 trabalhadores que ficaram presos sob o solo por mais de dois meses.

“Pedi a cada mineiro que trouxesse um pedaço de pedra para levar de presente à rainha e a David Cameron”, declarou Piñera em Londres, onde visitará a London School of Economics and Political Science.

O presidente chileno também dará a ambos uma cópia da primeira mensagem enviada pelos operários da mina às equipes de socorro quando elas encontraram, por meio de uma sonda, a galeria que serviu de refúgio para os 33 homens.

Piñera se diz orgulhoso com o sucesso da operação de resgate dos mineiros, afirmou que deseja que o episódio tenha contribuído para melhorar a imagem internacional do Chile e desejou que os investimentos dos empreendedores britânicos em seu país possam aumentar.

“Conseguimos [resgatar os trabalhadores] porque ficamos unidos, porque acreditávamos e porque não abandonamos ninguém. Ótimos princípios para o Chile e para o resto do mundo”, manifestou o chefe de Estado do país latino-americano.

Ele realiza, nesta semana, um giro internacional pela Europa iniciado na sexta-feira em Portugal. Ele também visitará, além do Reino Unido, a França, onde terá um encontro com o presidente Nicolás Sarkozy, e a Alemanha, onde se reunirá com a chanceler (premiê) Angela Merkel.

A viagem internacional do mandatário chileno ocorre logo após o resgate e o atendimento médico dos 33 trabalhadores da mina San José, localizada em Copiapó, no deserto do Atacama. O grupo ficou 69 dias preso sob a rocha a cerca de 700 metros de profundidade após um desmoronamento dentro da jazida de cobre e ouro.

No início de outubro, Piñera anunciou que a retirada dos operários poderia ocorrer antes de seu giro pela Europa. Logo após a declaração, o governo completou suas palavras afirmando que o cronograma das atividades em Copiapó não obedecia à agenda do líder do Executivo.

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