Petrobras muda prazo e passa a explorar o pré-sal na eleição Início da atividade comercial de Tupi será antes do segundo turno O presidente...

Petrobras muda prazo e passa a explorar o pré-sal na eleição
Início da atividade comercial de Tupi será antes do segundo turno

O presidente Lula e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, anunciaram ontem, num evento em São José dos Campos, que a estatal começará a exploração comercial do pré-sal na área de Tupi, na Bacia de Santos, entre 27 e 29 de outubro, a poucos dias do segundo turno das eleições. Tupi e a área com maior volume de reservas estimadas para o pré-sal. A operação estava programada para acontecer no fim do ano e foi antecipada. Segundo Lula, a data será um novo marco da indústria petrolífera do país. 0 anúncio ocorre no momento em que a Petrobras está no centro da disputa eleitoral. (Págs. 1, 10 e 25 e editorial “Partidarização de estatais e dirigismo”)

Já Erenice, ficou para depois
A Casa Civil prorrogou por 30 dias os trabalhos da comissão de sindicância que apura denúncias de tráfico de influência na gestão de Erenice Guerra. Os resultados só saem após a eleição. A PF fez cópias dos arquivos dos computadores de Erenice. (Págs. 1 e 3)

Foto legenda: Guerra das estrelas. Entre Leonardo Boff e Chico Buarque, Dilma recebe apoio de intelectuais e artistas no Rio. No
“JN”, ela agradeceu os 47 milhões de votos e comparou-se a Indira Ghandi. (Págs. 1, 10 e 11)

Foto legenda: Serra recebe o apoio de Gabeira, observado por Fernando Henrique e Fábio Feldmann: um dia após o PV optar pela neutralidade, alguns verdes declararam voto no tucano. (Págs. 1 e 15)

PT pede apuração sobre gráfica ligada a assessor tucano. (Págs. 1 e 4)

Cresce violência contra reformas na França
Nos protestos contra as mudanças na Previdência, 290 foram presos. Falta combustível em 2.500 postos, hoje haverá nova greve geral. A votação do projeto que aumenta a idade da aposentadoria foi adiada para quinta-feira. (Págs. 1 e 26)

México já tem prefeitos que moram nos EUA
Num cenário de execuções que ameaça o poder do Estado, 12 prefeitos já foram assassinados no México. A violência obriga alguns a se mudarem para os EUA e atravessarem a fronteira para trabalhar. (Págs. 1 e 30)

Para segurar o dólar, sobe mais o IOF do investimento externo (Págs. 1 e 26)

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