Feriadão eleitoral é arma de campanha A proximidade de dois feriados — Dia do Servidor, em 28 de outubro, e Finados, em 2 de...

Feriadão eleitoral é arma de campanha
A proximidade de dois feriados — Dia do Servidor, em 28 de outubro, e Finados, em 2 de novembro — com a data das eleições motivou um jogo de xadrez no comando das campanhas. Partidos aliados do PT e do PSDB estimam que o feriadão pode provocar uma fuga de 11 milhões de eleitores no fim de semana decisivo. Para evitar uma debandada geral, os governos de São Paulo, Minas, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Pará aboliram a folga na quinta-feira anterior e na segunda-feira seguinte às eleições. O mesmo rigor não ocorre no Distrito Federal, onde o governador, Rogério Rosso, aliado de Weslian Roriz (PSC), determinou ponto facultativo na segunda-feira. A medida estimularia os servidores de maior renda — em tese, mais inclinados a eleger Agnelo Queiroz (PT) — a viajar e se ausentar da votação. No primeiro turno, o índice de abstenção no Brasil foi de 18,2%. O calendário do feriadão ainda está indefinido em 15 estados, entre eles o Rio de Janeiro, segundo maior colégio eleitoral do país.(Págs. 1, 3 e 4)

Guerra de promessas vai parar na Justiça
Weslian Roriz anuncia que, caso vença a eleição, irá anistiar as multas de trânsito. Coligação de Agnelo Queiroz alega no TRE que proposta configura crime eleitoral por compra de votos. (Págs. 1 e 25)

MPU
Reprovação em massa na prova de redação — estima-se que 70% dos candidatos tiveram nota insuficiente — provoca muita revolta no concurso para o Ministério Público da União. (Págs. 1 e 37)

Foto legenda: A caminho do enterro, a morte
A viagem de 663km estava no fim. Faltava pouco tempo para Georgeton Novaes e 16 familiares chegarem a Ceilândia e acompanharem o enterro de um parente, vítima de câncer. Mas um acidente com o micro-ônibus, que havia partido de Cristópolis (BA), transformou o luto em tragédia. Na Rodovia BR-020, o motorista perdeu o controle da direção e capotou o veículo. Georgeton, 38 anos, morreu na hora. (Págs. 1 e 30)

Plano de saúde: Onda de reclamações contra Geap
A Fundação de Seguridade Social (Geap), operadora de plano de saúde com mais de 700 mil contratos, enfrenta queixas generalizadas de usuários e médicos. Além de se descredenciarem da rede, profissionais de saúde prometem manifestação. Entidade nega problemas no atendimento. (Págs. 1 e 13)

La Révolution greves e protestos contra previdência paralisam a França (Págs. 1 e 17)

Guerra cambial: Governo faz novo ataque ao dólar
A fim de segurar o câmbio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, aumentou novamente o Imposto sobre Operações Financeiras — subiu para 6% — incidente no capital estrangeiro. O governo também elevou de 0,38% para 6% o tributo sobre contratos no mercado futuro. “Estão enxugando gelo”, critica especialista. (Págs. 1 e 14)

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