Lula acabou respondendo mais do que duas perguntas na China. Mas não foi enfático como se esperava ao refutar a idéia que corre solta...

Lula acabou respondendo mais do que duas perguntas na China. Mas não foi enfático como se esperava ao refutar a idéia que corre solta em Brasília de dar a ele mais um mandato. O presidente abordou o assunto na esteira de uma pergunta sobre as complicações do quadro de saúde da ministra Dilma Roussef. Lula deu duas razões para refutar a hipótese da re-reeleição, sendo que a segunda é absolutamente conjuntural.

– “Eu não discuto essa hipótese. Primeiro, porque nao tem nada de terceiro mandato. Segundo, porque a Dilma está bem. Eu conversei com o Dr. Kalil às 9 horas da noite (horário do Brasil), já tinham passado todas as dores. Foi uma reação à quimioterapia que, segundo os médicos, não tem nenhum problema. Essa preocupação, pode deixar de ter. Porque não vai ter nenhum problema. A Dilma vai fazer a quimioterapia dela e está totalmente curada”.

Perguntinha: qual seria a resposta de Lula caso um fator imponderável inviabilizasse o projeto eleitoral representado pela candidatura de Dilma?

O presidente considerou a viagem à China um sucesso. Apesar de não estar trazendo nada na bagagem além do empréstimo concedido à PETROBRAS. Todo o restante da agenda não reverteu nenhum novo contrato comercial. E a reforma do Conselho de Segurança da ONU, principal bandeira da diplomacia brasileira, sequer foi considerada pelos chineses.

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